quarta-feira, 25 de março de 2020

QG Master - 10 anos








Por Douglas Deiró

No último dia 15 de março, nosso QG Master, completou 10 anos de serviços prestados aos fãs de videogame. Até poderia dizer "dedicado ao Master System" mas, como este console da Sega tem parcela importante na indústria (no Brasil então, nem se fala), acaba tomando uma proporção maior.
Não estou desde o início do projeto, iniciado pelo Leo Sanchez. Entrei, cerca de dois anos depois. Nossa mente nos prega peças e, no meu caso (infelizmente), não me recordo o que me fez achá-lo nesta imensidão que é a internet. Porém, algo me lembro sim: de ter visitado e gostado, a ponto, de querer fazer parte da equipe. Desta forma, tive a "petulância" de escrever um review de Batman Returns, game que tinha acabado de "fechar" (concluir, vencer, zerar, como queiram) e enviá-lo para os membros avaliarem... e aqui estou. 


domingo, 15 de março de 2020

Master e Mega Reviews - Altered Beast (1988)


Riiiiiiiise from your graaaaave!!!

Saudações, caros amigos! Como vão as coisas com vocês?
Não tinha outra forma de começar o texto. Esta frase, deste famoso game da Sega, se tornou "mitólogica".
Vamos lá?

Welcome to your doom!
Para aqueles que, assim como eu, era um jovenzinho doido por videogames nos anos 80, ficava fascinado com cada novidade que surgia. Seja nos flipers ou nos consoles caseiros, a adrenalina rolava solta.
Altered Beast (AB), com certeza, foi um dos que chamavam a atenção por, reunir, conceitos imbatíveis para um jogo de sucesso. Tinha pancadaria como vários outros de sua época mas, seu diferencial, o tornou único: a mitologia grega.  Você assumia o controle de um centurião ressucitado por Zeus, com a missão, de resgatar sua filha Athena que fora raptada por Neff, o Senhor do Submundo (Por quê, Zeus, não resolveu logo a parada? Bom... deixa pra lá!).
Mas, se fosse somente isto, não seria muito diferente de Double Dragon, Vigilante ou Dinamite Dux. Sair dando bordoadas para resgatar a donzela indefesa (mesmo sendo a Athena),  já havia sido feito antes, certo? Mas, aqui, você pode se transformar em bestas furiosas e sair estraçalhando hordas de monstros pelo caminho, ao som, de uma trilha sensacional. Te desafio a jogar, por apenas 5 minutos, sem sair cantarolando as melodias.


sexta-feira, 13 de março de 2020

Crossovers nos videogames







Por Douglas Deiró


Quando se fala em crossovers, aqueles encontros de personagens de "universos" diferentes, logo lembramos, daqueles promovidos por editoras de quadrinhos como a DC e Marvel Comics. Por terem sido feitos alguns deles, ao longo dos anos, ficaram marcados na cultura pop. Mas, em outras mídias, eles acontecem? São menos comuns mas, rolam também. Porém, no nosso caso aqui, por se tratar de um blog voltado aos games, iremos seguir por esta trilha.
No Japão, os encontros de heróis de tokusatsu são corriqueiros e, isto, reflete nos jogos eletrônicos. A Banpresto, foi a responsável, pela maioria deles... até os dias de hoje. Nos anos 80 e 90, promoveu o encontro entre Kamen Riders, Ultramen, Gundans, Metal Heroes em vários jogos de Nintendo, Super Nintendo ou Playstation. Para nós brasileiros e saudosos dos tempos da Rede Manchete, a coisa acaba tendo um gostinho especial porque, nestes jogos, por exemplo, o Policial de Aço Jiban atua junto com o Metalder - O Homem Máquina ou o Kamen Rider Black RX. Como a lista é gigante, citarei um dos mais legais, o Super Tokusatsu Taisen 2001. Este RPG tático para o Playstation, começa com uma abertura empolgante e traz a reunião de muitos heróis de tempos e produtoras diferentes. Para fãs do gênero, é um prato cheio.

domingo, 9 de fevereiro de 2020

MD Review - Xenocrisis (2019)


Salve amigos!
Faz muito tempo que não engrenamos em nenhum Review.
Então, decidimos cobrir as últimas novidades. E podemos comemorar que o Mega Drive está longe de ser esquecido. Confiram comigo o indie Xenocrisis.  

quinta-feira, 23 de janeiro de 2020

Experiência Gamer: Com Thiago Barcellos



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Belo Horizonte, começo dos anos 90. Master System era o meu sobrenome. Todas as sextas-feiras à noite, depois do colégio, depois que papai ia buscar a gente, e logo depois do lanche de praxe, saíamos, eu e o meu irmão, esbaforidos, ansiosos rumo à locadora. Exaltados falávamos alto e como num cortejo carnavalesco, íamos em direção à Videomania (hoje extinta) no Shopping 5ª Avenida. As fichinhas (orelhinhas) eram brancas e ficavam espetadas numa espécie de chapa de aço lá nos fundos da loja. Nas fichinhas, além de um resumo do jogo, uma fotinho ajudava na escolha do "jogo de final de semana". Anos mais tarde, quando fui funcionário de lá (vejam que ironia), fiz uma "limpa" na locadora e acabei comprando, se bobear, os mesmos cartuchos que alugava naquele já distante 1991. Santa nostalgia.

"Thiago Barcellos é crítico de cinema. Conhecido em diversos grupos Gamers do Facebook por sua crítica humorada a jogos bons e ruins"

terça-feira, 31 de dezembro de 2019

O que você jogou em 2019?

Salve pessoal!!
Vamos encerrando mais um ano de 2019!
O QG Master continua vivo e continuamos seguindo nossos passos, jogando nossos jogos na medida do possível rumo ao último ano da década. 

domingo, 27 de outubro de 2019

How to Use - Sukeban Deka II

E aí pessoal,
Prontos pra cabular aula e caçar uns maus alunos da escola?
Como tradição no mês de Outubro, abordamos temáticas femininas nos Games e vamos com este clássico que não pousou no Ocidente.
Confira comigo este Sukeban-Deka II.

quinta-feira, 15 de agosto de 2019

Entrevista: Ulisses Lopes (Gamemaker)








Por Douglas Deiró




Esse game deveria ser mais difícil!
Eu colocaria um cara mais forte no elenco deste jogo.
Os “Saruês Samurais Mutantes” são tão legais. Podia ter um game deles.
Se soubesse programar, faria um game do jeitinho que eu gosto.

Todo gamer, alguma vez na vida, já se pegou pensando desta forma. Creio, ser tão natural, quanto apreciar o jogo em si. O mesmo, pode ocorrer, com outras mídias também, sejam HQs, filmes ou desenhos animados. A vontade de expandir as aventuras de seu herói favorito, além do que lhe é apresentado em sua obra original, nos dá asas à imaginação.
Não raro, há aqueles que “colocam a mão na massa” e produzem materiais, que podem variar, de sequências não oficiais ou algo completamente novo. No passado, eram mais comuns, os fanzines. Dada a simplicidade da mídia, era a forma mais fácil de viabilizar tudo. Hoje, com o advento da tecnologia, vemos produções de fãs e... claro... os games fazem parte do pacote. Há trabalhos tão bons quanto o de profissionais e, na internet, podemos encontrá-los aos montes.
Mas, focando nos jogos eletrônicos (a nossa “praia” aqui)...
SNK Vs Capcom 2 Rivals é um dos games feitos por Ulisses.
São poucos, aqueles que conseguem realizar esse desejo. Mesmo as engines para a criação de jogos, exigem algum grau de conhecimento e, isto, acaba afugentando as pessoas. Felizmente, este não é caso de Ulisses Lopes da Silva. O gamemaker de 37 anos e natural de São Bernardo do Campo/SP (mas, mora na capital Paulista), tem dado vida à muitas de suas idéias, criando material de bastante qualidade. “Tenho personagens originais desde criança e fazia meus quadrinhos. Depois de velho, fui tentando aprender a fazer games, até que consegui”, comentou.

terça-feira, 6 de agosto de 2019

Especial Zeebo - Tekken 2


Saudações, amigos do QG Master!
Tudo bem com vocês?
Este será o primeiro texto, de uma série, onde abordarei o Zeebo, por meio de seus jogos. O “famigerado” console da Tectoy, no ultimo dia 25 de maio, completou 10 anos de lançamento. Sei que ninguém pediu, não marcou a vida de gamer algum e nem foi um sucesso de vendas (muito pelo contrário, foi um fiasco). Então, por quê falar dele?
O farei para, quem sabe, desmistificar um pouco a idéia de que é uma porcaria tão grande como dizem. Farei algumas considerações sobre sua história e deixar impressões pessoais. Sou um dos poucos mais de 30 mil proprietários (número estimado de vendas) e, em meu console, tem quase todos os títulos que foram disponíbilizados. E, podendo contrariar a lógica de muita gente, gosto e jogo ele até hoje.
A caixa do meu Zeebo. Nela, consta Street Fighter Zero,
que nem chegou a ser lançado.
A primeira coisa que digo é que ele tem jogos bons e ruins, como qualquer console. O problema é a sua biblioteca muito pequena, cerca de 50. Em compensação, os que considero realmente ruins, são dois ou três.
O ponto crucial para entender meu ponto de vista, é onde enxergo como o maior erro da Tectoy: emparelhar o Zeebo ao Playstation 2. Ainda que não tenham feito isto de forma muito explícita, chegaram à fazer comparativos de desempenho em geração de polígonos e que, títulos daquela plataforma, também poderiam ser jogados nele (vide o polêmico, Resident Evil 4). Mesmo na época, já tinha sido descoberto, que o equipamento não passava de um “celular consolizado“ que, por si só, já derrubava a tese de que era algo páreo ao produto da Sony.
O fato do hardware ser desta forma, não seria um problema tão grande. Games bacanas poderiam ser feitos - e foram - mas, passar uma impressão tão longe da verdade, não ajudou em nada. Qualquer pessoa, assistindo à um video no Youtube, notaria isto facilmente. Para piorar, seu preço de lançamento foi de R$599,00, grana suficiente, para pegar um PS2 e uma cacetada de DVDs piratas.

quarta-feira, 31 de julho de 2019

Entrevista: Leandro Berenguel


Salve pessoal!
Tudo joia? Fazia tempo que não entrevistávamos o pessoal da cena retrogamer, até que esbarrei na pagina Phantasy Star Brasil com ninguém menos que Leandro Berenguel, autor de diversos romhackings da série Phantasy Star. De fã pra fã, tanto do jogo quanto de gatos, nossa conversa foi super cordial e ele me concedeu uma entrevista pra falar melhor do seu trabalho. 
Sem mais delongas, vamos lá?