Tudo bem com vocês?
Não poderia começar o texto
com outro título. Mais uma vez, pegando carona em um hype do momento, estou
aqui novamente. No último dia 25/04, assisti a cinebiografia do Michael Jackson
e, como o Rei o Pop tem uma conhecida ligação com a Sega, achei que precisava fazer
esse registro pessoal.
A sala de projeção estava lotada
mas, não apenas este recinto, o cinema inteiro estava cheio de espectadores de
todas as idades, alguns, vestidos à caráter. Antes mesmo do filme começar, na
fila, havia os que cantavam, dançavam e os que lembravam daqueles gloriosos
anos 80. O clima era bastante festivo.
O gabinete era muito legal.
Com três controles, poder escolher com qual cor de Michael jogar, era um charme
a mais. Sem falar em vê-los lutando juntos, nos cenários inspirados nos maiores
sucessos do artista, foi de encher os olhos. E como não poderia deixar de ser,
a qualidade sonora tinha que estar à altura e, quando começavam a dançar na
tela, até quem estava nos controles, não conseguia ficar parado. Memorável!
No mesmo ano, a Tec Toy, começou a divulgar seus lançamentos daquele período... Moonwalker era um deles. Queria, a todo custo, ter aquele game. Quando, enfim, pude tê-lo, a emoção foi grande. Talvez, para quem não era vivo na época, não compreenda a dimensão do que foi Michael Jackson. Ele era onipresente e, toda aparição gerava comoção, um fenômeno midiático sem precedentes. Então, ser fã e não ter o cartucho rodando em meu videogame, era inconcebível. Tive esse privilégio e sempre fui muito grato.
E por falar no 16 bits, foi o
título que me fez ter a dimensão exata entre Mega e Master. Até então, como não
entendia esses conceitos técnicos e tecnológicos, pensava, que os “Megas”
ditavam tudo sobre o quão bom um jogo era. Em partes sim mas, dentro de um
mesmo sistema, não de forma geral e em consoles diferentes: “São 2 Megas de um
Master System, Douglas”, disse um primo meu e nunca mais esqueci desta lição.
Comparativamente, tem coisas
que gosto mais em cada uma delas. Com exceção
da versão de arcade, que é totalmente diferente que a de consoles, Mega
e Master se assemelham no principal, uma aventura de plataforma onde exploramos
o cenário em busca das Annies* raptadas pelo Mr. Big, o vilão (*só há a mesma
menina, a Annie, espalhada no jogo inteiro).
Assim, tirando os limites de
cada aparelho, gosto mais do combate final no Master, enquanto, ver os inimigos
no Mega perfilando para dançar juntos, é sensacional. Nem os cachorros resistem
ao poder da música do astro, lembro de ter rido muito ao ver pela primeira vez.
Então, vou ficando por aqui.
Esta foi, apenas, uma forma de externar os sentimentos que tive ao assistir
Michael no cinema. A despeito das polêmicas que o cercam, a história ali
contada me despertava memórias de criança. Na estreia mundial de Thriller que,
aqui no país, passou no Fantástico da Rede Globo, não havia uma alma viva na
rua. Todos estavam em suas casas para assistir aquele evento histórico. No dia seguinte, na escola, a molecada não fala em outra coisa.
Saí da sala de projeção com um
sentimento leve e feliz, em ver, que as novas gerações estão curtindo algo que
eu adorava quando eu era mais novo. Michael Jackson continua vivo por meio de
sua obra e, seu legado, também alcançou nossos amados vídeo games. Então, que
tal darmos uma jogadinha no Moonwalker também? Não sei vocês mas, eu já fiz
isto. Assim que cheguei em casa, espetei meu cartucho no Master System para,
continuar, àquela “overdose de anos felizes”.
Até mais, pessoal!
P.S.: Não dêem crédito às críticas enviesadas. Se gosta do Michael, podem assistir sem medo. É diversão, emoção e nostalgia garantida.





Nenhum comentário:
Postar um comentário