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domingo, 26 de abril de 2026

Michael Jackson está vivo!

Saudações, amigos do QG Master!

Tudo bem com vocês?

Não poderia começar o texto com outro título. Mais uma vez, pegando carona em um hype do momento, estou aqui novamente. No último dia 25/04, assisti a cinebiografia do Michael Jackson e, como o Rei o Pop tem uma conhecida ligação com a Sega, achei que precisava fazer esse registro pessoal.

A sala de projeção estava lotada mas, não apenas este recinto, o cinema inteiro estava cheio de espectadores de todas as idades, alguns, vestidos à caráter. Antes mesmo do filme começar, na fila, havia os que cantavam, dançavam e os que lembravam daqueles gloriosos anos 80. O clima era bastante festivo.

No meu caso, foi inevitável lembrar dos games, tendo o filme Moonwalker como tema. Tenho meu cartucho do Master System até hoje, ganho, na época de seu lançamento no Brasil e possuo muito carinho por ele. Entretanto, não foi a primeira versão que tive contato, mas sim, a de fliperama quando em visita ao Playcenter em 1991.

O gabinete era muito legal. Com três controles, poder escolher com qual cor de Michael jogar, era um charme a mais. Sem falar em vê-los lutando juntos, nos cenários inspirados nos maiores sucessos do artista, foi de encher os olhos. E como não poderia deixar de ser, a qualidade sonora tinha que estar à altura e, quando começavam a dançar na tela, até quem estava nos controles, não conseguia ficar parado. Memorável!

No mesmo ano, a Tec Toy, começou a divulgar seus lançamentos daquele período... Moonwalker era um deles. Queria, a todo custo, ter aquele game. Quando, enfim, pude tê-lo, a emoção foi grande. Talvez, para quem não era vivo na época, não compreenda a dimensão do que foi Michael Jackson. Ele era onipresente e, toda aparição gerava comoção, um fenômeno midiático sem precedentes. Então, ser fã e não ter o cartucho rodando em meu videogame, era inconcebível. Tive esse privilégio e sempre fui muito grato.

Hoje, com a internet e plataformas como o Spofy, não existe a necessidade de gravar as músicas do game em uma fita cassete para poder escutar num “Walkman do Paraguai”... sim, eu fiz isto! E nem eram os sons da versão Mega Drive, muito melhores que os do Master, hein?

E por falar no 16 bits, foi o título que me fez ter a dimensão exata entre Mega e Master. Até então, como não entendia esses conceitos técnicos e tecnológicos, pensava, que os “Megas” ditavam tudo sobre o quão bom um jogo era. Em partes sim mas, dentro de um mesmo sistema, não de forma geral e em consoles diferentes: “São 2 Megas de um Master System, Douglas”, disse um primo meu e nunca mais esqueci desta lição.

Comparativamente, tem coisas que gosto mais em cada uma delas. Com exceção  da versão de arcade, que é totalmente diferente que a de consoles, Mega e Master se assemelham no principal, uma aventura de plataforma onde exploramos o cenário em busca das Annies* raptadas pelo Mr. Big, o vilão (*só há a mesma menina, a Annie, espalhada no jogo inteiro).

Assim, tirando os limites de cada aparelho, gosto mais do combate final no Master, enquanto, ver os inimigos no Mega perfilando para dançar juntos, é sensacional. Nem os cachorros resistem ao poder da música do astro, lembro de ter rido muito ao ver pela primeira vez.

Sabem o que é curioso? Eu não sabia que Moonwalker era baseado em um filme até me deparar com ele na locadora... foi uma baita surpresa. Eram outros tempos, muita coisa passava batido e nem fazíamos idéia. Claro, no meio daquele frenezi, tive que assistir e o ciclo se fechou, tudo no jogo passou a fazer mais sentido.

Então, vou ficando por aqui. Esta foi, apenas, uma forma de externar os sentimentos que tive ao assistir Michael no cinema. A despeito das polêmicas que o cercam, a história ali contada me despertava memórias de criança. Na estreia mundial de Thriller que, aqui no país, passou no Fantástico da Rede Globo, não havia uma alma viva na rua. Todos estavam em suas casas para assistir aquele evento histórico. No dia seguinte, na escola, a molecada não fala em outra coisa.

Saí da sala de projeção com um sentimento leve e feliz, em ver, que as novas gerações estão curtindo algo que eu adorava quando eu era mais novo. Michael Jackson continua vivo por meio de sua obra e, seu legado, também alcançou nossos amados vídeo games. Então, que tal darmos uma jogadinha no Moonwalker também? Não sei vocês mas, eu já fiz isto. Assim que cheguei em casa, espetei meu cartucho no Master System para, continuar, àquela “overdose de anos felizes”.

Até mais, pessoal!

P.S.: Não dêem crédito às críticas enviesadas. Se gosta do Michael, podem assistir sem medo. É diversão, emoção e nostalgia garantida.

 




 

domingo, 20 de abril de 2025

Sessão do Aniversariante - Kunio no Nekketsu High School Fighters (Mega Drive)

Saudações amigos!
Tudo bem com vocês?
Retomando uma sessão que, há muito, não era feita. Como ainda estamos no mês do meu aniversário, deu tempo de escrever este post. Por esta razão, venho comentar sobre este jogo muito bacana, o Kunio no Nekketsu High Scholl Fighters, para Mega Drive. 
O cenário dos homebrews tem crescido bastante nos últimos tempos e, o nosso 16 Bits da Sega (sim, o brasileiro o "adotou") é um dos consoles que mais tem recebido essas produções feitas por fãs.
Temos um fighting game incrível feito, a partir, dos sprites de River City Girls. Ele é tão dinâmico que, não deve em nada, aos títulos mais sofisticados. Aqui, também é possível emendar combos "como se não houvesse amanhã", além, de possuir comandos de parry, juggles, esquivas e "desperation moves" (aqui, chamados de Rage Arts).
Chega a ser inacreditável, ver algo assim, rodando em um Mega Drive. Por vezes, penso se era possível fazer isso no passado, até porque, o hardware é o mesmo lançado no longínquo ano de 1988. Mas, como estamos em 2025, "boralá" aproveitar essas pérolas que, os gênios da programação, estão realizando para nós.
Todos os requisitos para uma boa pancadaria virtual, estão presentes. Possui uma jogabilidade precisa; gráficos bonitos (com mudança climática em alguns estágios); músicas e efeitos sonoros competentes, tudo, em nível comparável às grandes empresas do ramo.


O elenco é composto por figuras conhecidas do universo "Kunio Kun", nascidos, pelas mãos da antiga Technos Japan Corporation. Atualmente, seu espólio, pertence à Arc System Works. Se não está ligando o nome à pessoa, no ocidente, o jogo foi localizado como Renegade, precursor do arrasa quarteirão Double Dragon.
Então, chega de enrolação! "Kunio no Nekketsu" pode ser baixado no site do criador, o https://usagiru-orochi.itch.io/kunio-no-nekketsu-school-fighters .
Recomendo fortemente!

OBS.: Não foi feito um manual de instruções. Porém, os golpes são os famosos "Hadoukens, Shoryukens e meias luas (para frente ou para trás)". Somado à estes, os Rage Arts são executados com o input do "Haoh Shokouken", a super magia de Ryo Sakazaki em Art of Fighting... e isto vale para todos os lutadores.
Divirtam-se!




  

domingo, 30 de março de 2025

Divagações Gamísticas - Nº 2

TMNT – Tournament Fighters é um jogo inacabado?

Saudações, amigos!

Tudo bem com vocês?

Então... vou começar “soltando a braba” logo de cara! Seria, a versão Mega Drive de Teenage Mutant Ninja Turtles – Tournament Fighters um jogo inacabado?

Deixando claro que, não tenho base factual para embasar o que escrevi aqui. Tampouco, não vi quem insinuasse a mesma coisa em todos esses anos, principalmente, nos dias de hoje com as várias fontes existentes na internet. Pode ser que haja mas, não me deparei com nenhuma delas. Em suma, são apenas impressões minhas, ocorridas recentemente.

Primeiro, um contexto histórico...

Lá em 1993, quando pude experimentar o game, o curti. Como tudo era novidade e nem havia bagagem para compará-lo com os demais do gênero, basicamente, apertava botões junto de alguns “hadoukens e shoryukens”. Entretanto, bastou conhecer as versões para os consoles da Nintendo e a indignação bateu forte... até a versão do Nintendinho é mais dinâmica e bem ajustada.

Com o passar do tempo, já habituado com Street Fighter 2 e suas contrapartes, esse Tournament Fighters ficou quase injogável pois, nada funcionava, da forma como achava que fosse no passado. O quê aconteceu? Desaprendi à jogar um fighting game? Na verdade, foi o contrário... meu nível subiu e não se encaixava mais em meu padrão.

Desde o ano passado, tenho revisitado games que julgava ruins, para uma espécie de “tira teima”. Quis saber se eram mesmo ou, não tinha dado a devida chance. E foi neste contexto, somado ao fato de ter achado a rom que possibilita usar os chefes, que encarei novamente esta produção infame da Konami.

De cara, já chamou a atenção, o fato de terem conseguido deixá-los jogáveis, incluindo, a inserção das imagens deles na tela de seleção com seus devidos slots (onde o cursor os ilumina). “Peraí! Isso já estava na programação”, pensei. Para piorar, o Triceraton tem, até, um Desperate Move (DM) e os outros chefes (Krang e Karai) não. “Que coisa estranha!”.


Pesquisando, soube que o acessório de cheats Game Genie, tinha o código que os habilitava. E, os comandos listados, batem com essa rom hackeada: “Opa! De fato, eles já estavam na programação”. Fuçando mais ainda, vi que a versão que a Konami usou no Kowabunga Collection dá para escolher os bosses e, para ficar pasmo de vez (apesar de ter silhuetas no lugar das fotos), estão dispostos na mesmíssima posição da versão hack. Para mim, estava comprovado, a Konami os escondeu de nós... por quê?

Minhas pesquisas não pararam aí... baixei o manual. Nele, tem uma parte muito peculiar, justamente, no que se refere aos DMs. É dito que são golpes tão devastadores que, preferiram, não revelar. Mas, como assim? Qual o sentido disto? Se executá-los, verá que os danos são ridículos e, a impressão que ficou, é que não regularam isso direito. Uns tiram cerca de 30% do total da barra de vida, enquanto outros, tiram por volta de 60%... fora que, há os que bugam quando não acertam o oponente. Se desejarem ver um vídeo onde mostra isso em detalhes, acessem https://www.youtube.com/watch?v=dCOITCJOP28 ... chega à assustar, o tanto de glitches, que esse jogo tem.

Então, vamos lá....

1) O game tem uma mecânica rasa, que parece, saída no final dos anos 80. Não é possível encaixar golpes em sequência pois, só aceita, um input por vez (similar, ao primeiro Fatal Fury). É uma produção de 1993 que já nasceu defasada, em relação, aos que saíram neste período; 
2) Em várias situações, as caixas de colisão, não correspondem ao tamanho dos sprites. Também, não possui uma física que, nos dá a noção real, que o golpe pegou no outro boneco, com aquela “travadinha” quando o ataque o toca;
3) Não foram bem definidos, os efeitos dos golpes considerados fracos e fortes. Por vezes, um ataque fraco derruba o oponente, enquanto, o forte não. Mas, como existe uma contagem de hits para ocasionar tonteamentos, fica difícil saber quando isto ocorrerá, atrapalhando na estratégia; 
4) Os cenários são estéreis, sem vida, com pouquíssimas animações (quando tem). Por exemplo, no cenário do já citado Triceraton, tem um dinossauro enorme que ocupa a maior parte da tela. Não o fizeram nem mexer os olhos ou, uma gota de baba caindo da boca, que fosse. Por mais que a proposta fosse boa (os cenários tinham este potencial), acabou ficando bem feio. É um Mega Drive, tinham que caprichar mais;

    5) Trabalhar com apenas dois botões de ação, deve ter dado bem menos trabalho para a equipe de animadores. Adotar o controle de 6 botões do Mega (que já havia virado o padrão) para quê, né? Acharam que não sentiríamos falta nem, que teríamos inveja, dos donos de um Super Nintendo?;

6) 6) Chefes finais escondidos pela própria Konami. Supondo que não tiveram tempo de refinar o jogo, acharam melhor, omiti-los do que programar os golpes faltantes? Além disto, ainda negaram informação sobre a execução dos DMs, fazendo graça disto no manual. 

     Esses indícios, me fazem suspeitar, que entregaram o game antes de ser devidamente finalizado. Tal prática não é rara na indústria e, razões para isto, variam muito. O resultado do que nos foi vendido, teria sido motivado, por prazo apertado? Trampo jogado na mão de estagiários? Favorecimento à Nintendo? Todas as opções anteriores? Nunca saberemos, até que, algum dos envolvidos apareça e abra o bico. 

     Por fim, para dar uma aliviada...

    Teenage Muntant Ninja Turtles – Tournament Fighters está no mundo há 30 anos e, mesmo dividindo opiniões, tem sua base de fãs. Eu mesmo, tenho certa simpatia por ele, pela época saudosa de quando o conheci pela primeira vez.

    Se nunca o jogou e quiser experimentá-lo, sugiro que vá com o pensamento de aproveitá-lo pelo que ele é, sem comparações com os melhores do segmento... iria perder miseravelmente. Também, deixe de lado a “Escola Street Fighter”, por ter mecânicas simples como o primeiro Fatal Fury. Mas, chame um amigo para um Versus Mode pois, o Single Player, será uma tortura com suas falhas de jogabilidade e CPU extremamente safada.

     Até mais!


 


 

 

 

domingo, 19 de janeiro de 2025

Especial Revistas - Videogame Nº 2 (Fev/Mar - 1991)

Olá, Master Amigos!

Tudo bem com vocês?

Hoje, farei algo um pouco diferente dos reviews tradicionais. Na verdade, será como uma resenha sobre uma revista, no caso, a segunda edição da Videogame, publicada entre fevereiro e março de 1991.

Vamos fazer essa viagem no tempo? “Boralá”, então!

Era outro mundo – Primeiro, é necessário deixar claro, aqueles eram tempos muito diferentes. Não havia internet, smatphones ou jogatinas online. Em linhas gerais, o rítmo de vida era “menos acelerado”. No que se refere à mídia, éramos praticamente passivos, em relação, ao acesso à informação e tínhamos poucos meios disponíveis. Exemplo... muitas vezes, só sabíamos que um filme tinha sido feito, quando ele estava em cartaz nos cinemas, ainda assim, meses depois de seu lançamento oficial. Com os jogos de videogame, a situação se repetia.

Em nosso país, houve uma medida governamental com relação à produtos de informática (só para permanecer no mérito do texto), chamada de  Reserva de Mercado. Era a restrição à entrada de importados, sob a alegação, de proteger nossa indústria. Assim, esses mesmos produtos, precisavam ser produzidos em nosso país.

Sem entrar em detalhes, para não me alongar demais, isto nos atrasou bastante tecnologicamente. Enquanto estávamos alucinados no Atari e seus clones, nos Estados Unidos e Japão, Nintendo, Master System, entre outros, eram as estrelas da vez.

Este período, especialmente no Brasil, foi bem curioso e vale a pena dar uma pesquisada. Tem documentários completos no You Tube sobre esses assuntos.

Publicações especializadas – Elas já existiam. Sempre houve demandas de variados segmentos como os de automóveis, cinema, moda, comportamento, televisão, a lista segue. Mas, e sobre a nova onda que acabava de aportar em terras brazucas, a Terceira Geração de Videogames? Elas, não tardaram a surgir.

Nos anos 80, havia revistas que abordavam o mundo dos computadores e, por tabela, os jogos que rodavam nessas máquinas. Tinha ainda, as dedicadas ao Atari. Entretanto, esse panorama, mudaria radicalmente no ínicio da década de 90.

A primeira, saiu por meio da esportiva A Semana em Ação, que soltou uma edição batizada de A Semana em Ação – Especial Games. Foram duas e, uma delas, tem a famosa entrevista com um jovem Rubens Barrichello, encarando o Super Monaco GP do Mega Drive. Com o sucesso, ganhou vôo próprio, virando a conhecida Ação Games.

Naquele mesmo final de 1990, surgia a Videogame. Uma derivação de outra publicação maior, a Video News (especializada em cinema), também alcançou sucesso editorial. O mercado estava ávido por notícias e todas vendiam muito bem. A concorrência entre elas, nos brindou, com materiais bem bacanas, cada uma, com suas características marcantes.

A Videogame – Em seu primeiro ano, era a minha preferida. Seu caráter didático, explicava direitinho, os porquês daquele universo fascinante que acabara de chegar. A linguagem acessível, se fazia compreender, até para jovens completamente leigos sobre o assunto. Questões como compatibilidade entre sistemas; diferenças entre máquinas de arcade e consoles caseiros (bem como, suas capacidades); novas tecnologias (como a chegada do CD-ROM), eram presenças constantes em suas páginas.

Outra coisa em que foi pioneira, foi separar as páginas por sistemas e fazer “mapinhas” com as telas dos jogos, realizando, um detonado completo. Sem falar na façanha, de se fazer aquilo tudo, em tempos “pré-Photoshop”.

A edição nº 2 – Como a revista não possui data em seu expediente, as únicas informações que tive acesso, foram minhas próprias lembranças, a sessão de recordes dos leitores (cuja fonte, consta como “Tec Toy – Fevereiro de 91”) e a matéria sobre o Neo Geo (com a cotação do dólar naquele mês). Como trabalhei na área, posso supôr que, se a revista saiu no mesmo mês de fevereiro, incluir informações básicas com estas, são possíveis de serem inseridas em cima da hora, no conhecido “Dead Line”. Então, dando uma margem de segurança mais elástica, “chuto” que tenha chegado às bancas no início de março.

Aliás, acho curioso, como alguns editores não se preocupavam em datar o material impresso. Talvez, não se deram conta, da importância de preservar esses registros para as novas gerações. Imaginem, como seria o mundo hoje, se os antigos não preservassem sua história. Pior ainda... vai que, aconteça uma “hecatombe nuclear”, com a maior parte humanidade sendo dizimada e a tecnologia se perca? Neste cenário catastrófico, a Internet não existirá e, os registros físicos, terão mais chances de sobreviverem. Tá certo... sei que peguei pesado mas, quis dar uma noção, da importância de sabermos a origem de um texto produzido.

Voltando à esta edição em si...

Logo ao abrirmos, damos de cara, com um anúncio em página dupla da loja Dimensão. Assim como outras empresas do setor, divulgava massivamente nestas publicações. Sempre chamativas, chegava a “dar água na boca” ver que já tinham os principais lançamentos, aqueles que estavam sendo avaliados nestas mesmas revistas.

O primeiro seguimento, era dedicado à matérias diversas, promoções e cartas do leitor. O destaque, vai para o recém lançado Neo Geo. Ele havia sido citado na edição anterior mas, aqui, foi melhor detalhado. Ter jogos de até 330 megas, quando achávamos 4 um absurdo de potência, foi de chocar. Mostrou-se ainda, ter o recurso do Memory Card, que só se tornou popular, à partir da geração 32 bits, com o Playstation.

Com certeza, foi um console à frente de seu tempo e, como sabemos, isto tem um preço: “O único fator que pode esfriar os ânimos de muita gente é o preço. Em fevereiro, um console acompanhado de um cartucho, não saía por menos de 1.500 dólares” (trecho original). Se “mil e quinhetas pilas” é caro pra cacete hoje, imagina, em 1991? No meu caso, só vi um de perto, ano passado na Games Collection Show (feira mensal, realizada no bairro do Jabaquara, em São Paulo... tem texto aqui no blog).  

Há alguns poucos anos, houve uma “explosão” com a tecnologia 3D nos cinemas, muito alavancada, com o sucesso de Avatar do diretor James Cameron. Essa tecnologia, também chegou aos lares com TVs super modernas e seus óculos especiais. Muitos dos mais novos, talvez nem façam idéia mas, os videogames, já contavam com aparato similar. Entitulada Terceira Dimensão, o texto da página 10, explica como é a experiência de se usar tal periférico e as diferenças entre os métodos adotados no Nintendo e no Master System. Embora, fosse uma novidade interessante, a matéria pode ter desencorajado bastante gente à fazer uso deste recurso: “Outro ponto que ficou claro durante o teste é que, os óculos dos sistemas, acabam cansando a vista dos jogadores (...)” (Trecho original). Parece que, trinta anos depois, as coisas não mudaram muito... esses óculos, ainda cansam.

Também tivemos Os Minis, falando sobre as opções de portáteis. Se, nos dias atuais, qualquer smartphone, oferece uma infinidade de opções num único aparelho que cabe no bolso, no passado, as coisas eram mais complicadas. Para cada atividade pretendida, era necessário, um aparelho específico. Tinha os famosos Game Boy, Game Gear e aqueles “mini-games” da Tectoy com tela LCD monocromáticas. Modelos similares, podiam ser encontrados aos montes nos camelôs, vindos, nas muambas de quem ia no Paraguai fazer compras.

Duas curiosidades históricas. O rolo entre a Nintendo e a Sony - quando se tentou acordo para a produção de uma unidade CD-Rom para o Super NES – é conhecido por muita gente. Então... os boatos disto, começaram à circular em 1991, como podemos ver na nota Jogos em Laser.

A outra, é sobre a cerco que a Tectoy fez em cima das locadoras para não trabalharem com cartuchos “importados” (os “piratinhas” que fizeram a alegria da molecada). Na página 13, há um comunicado da Dimensão, dizendo, que passaria à adotar somente os cartuchos oficias daquela empresa. Ainda fez um apelo às outras locadoras, para que fizessem o mesmo: “A Dimensão está certa de poder contar com a colaboração de outras locadoras nesta fase de preparação para um novo mercado (...)” (Trecho original).

Para fechar as edições, nas páginas finais, eram comentadas questões técnicas. Neste número em específico, ensinaram como se ligava videogames em video-cassetes, sendo possível, gravar seus jogos. Olhando pela ótica atual, chega ser risível, tamanha atenção para algo que parece simples. Porém, era o que havia de mais sofisticado em termos de equipamentos eletrônicos: “Aquela luta fantástica contra o chefão da última fase, o recorde de pontos daquele jogo superdifícil ou mesmo aquela estratégia para ser mostrada para seus amigos, pode ser gravada em fitas de video-cassete (...)” (trecho original).

Com certeza, eram tempos muito mais inocentes.

Tá, Douglas... e os jogos? – Como evidenciado na capa, Mega Man 3, é o grande destaque da edição. Esse jogaço da Capcom (para muitos, o melhor da linha clássica) ganhou duas páginas de review, abrindo, a sessão Nintendo. O que dá para notar, vendo tudo “do futuro”, é o caráter mais informal (ou experimental) na forma de escrever. Não se mencionava aspectos técnicos dos jogos, pelo menos, não da forma como vemos hoje. Havia uma cotação de 1 a 5 pontos em Dificuldade, Gráficos, Musicas/Efeitos e Classificação; um resumo introdutório com informações básicas sobre a personagem, inimigos; e o que fazer durante as fases: Shadow Man – Ele será vencido facilmente, se você usar a arma de Top Man (Select – TO). Basta acertá-lo para passar desta fase (foto 4)” (trecho original).

Outros games que receberam tratamento de destaque foram Castlevania 3 – Dracula’s Curse; Teenage Mutant Ninja Turtles 2 – The Arcade Game (Nintendo), Kenseiden e E-SWAT (Master System). Um detalhe a comentar... no review em página dupla de E-SWAT, a última foto, nos entregou um spoiler do final do game. Lembro de jogar e, me perguntar, onde estava aquela imagem. Menos mal que, o encerramento, vai além daquilo.

Quanto ao Mega Drive, que havia sido lançado no Brasil há pouco tempo, não recebeu tratamento maior por parte da revista. Foram apenas oito “micro reviews”, os de Alex Kidd in the Enchanted Castle, Thunder Force II, Ghouls’ n Ghosts, Last Battle, Super Hang-On, Zoom, Moonwalker e The Revenge of Shinobi. Estes, eram os títulos disponíveis no Brasil até então, em um console, que ainda não tinha se popularizado da forma como aconteceu posteriormente.

E o Atari, console que reinava na geração anterior, não foi esquecido pela Videogame. Ainda tendo uma base enorme de fãs no Brasil, ganhou uma página e meia de pequenos reviews. Entretanto, seguindo o curso natural do mercado, esse sistema parou de ser abordado nas edições seguintes.

Continue: Yes or No? – Futuramente, pretendo escrever mais textos sobre outras revistas de meu acervo pessoal. Assim, será como uma espécie de “Raio-X”, de como essas publicações evoluíram ao longo dos anos que reinaram absolutas. As editoras se esforçaram bastante para, nos trazer, tudo o mais “quentinho” possível, produzindo material de qualidade, cada qual, à sua maneira.

No nosso mundo moderno, tão veloz, penso que seja difícil o jovem entender certas situações que ocorriam no passado. Como explicar, algo, que não pode ser mais experimentado? Deve ser surreal, imaginar, como é esperar um mês inteiro para saber uma novidade. Mais ainda, que tal novidade, era para nós brasileiros somente pois, os gringos, já se esbaldavam com elas. Ainda bem que, esta defasagem, foi sendo atenuada com o passar do tempo e, chegamos a ter, muitos lançamentos que acompanharam de perto o mercado internacional. Hoje, isto é bem comum dada a globalização mas, nos idos anos 80 e 90, era algo impensável.

Seja como for, estas publicações, tiveram papel fundamental na formação de uma geração inteira de leitores. Não por acaso, por influência delas, surgiram muitos profissionais em áreas relacionadas à games, assim como, no mercado editorial e jornalístico como um todo (como este que vos escreve).

Sei que o texto ficou longo mas, achei por bem, contextualizar aquele período para melhor compreensão. Espero, ter sido bem sucedido.

Até mais!









sábado, 31 de agosto de 2024

MD Review: Hayato's Journey (2024)


Olá amigos, como vão? 

Faz uma cara que não temos review novo no Blog do QG, mas voltamos aqui por uma ótima causa: confira aqui um remake indie sonhado por muitos proprietários do Master para curtir no Mega Drive. Estamos falando de Hayato's Journey!


Desde os anos 90 um jogo me fascinou muito e era Kenseiden para o Master System. O primeiro jogo de luta que joguei (pessimamente, afinal, foi no Master de um primo bem ciumento com seu console) e apesar de ter sido criado para competir com Castlevania do NES pela temática de terror, ele ficou mais marcado pela sua temática oriental. Tanto que temos farto material sobre o Game aqui no QG.

Uma dupla desenvolvedores talentosos pegaram a empreitada de fazer um remake digno de  continuar essa obra, o Master Linkuei (que já tem um bom curriculo de upgrades de games clássicos) e o músico Edmo Caldas pegaram pesado e montaram o game. 

GRÁFICOS E SONS

A parte boa é que fãs de Hayato não terão do que se queixar da fidelidade da continuação espiritual do game: os gráficos são diretamente baseados do jogo original, com algumas modificações na paleta de cores e mais detalhados, aproveitando de ser o jogo desenvolvido para o Mega Drive. As cores do protagonista parecem inspirados na versão Sul coreana do jogo.

Os acréscimos que encontrei aparecem tirados de outros jogos da SEGA, como Revenge of Shinobi e Spellcaster. 

A trilha, sob a batuta de Edmo Caldas, dispensa comentários e pode ser conferida antecipadamente no Options.


Uma das coisas mais geniais é que ao jogar Kenseiden, apesar de adorar o game, sentia falta de mais inimigos humanos (Ninja e outros samurais, os de forma humana são fantasmas) e lá estão, ripados de games como Shinobi, os guerreiros medievais japoneses como adversários de Hayato.

O Dragão que só aparecia no nome da sua espada, aparece no game. Algo que me causou uma sensação que me lembra quando vi a capa do Mortal Kombat 1 e depois o vi no fatality do Mortal Kombat II.

WAY OF THE WARRIOR

E na parte da Ação e jogabilidade é que encontramos a originalidade. Na história, não temos o Hayato canônico, mas um de seus descendentes que recebe do seu Mestre a advertência do retorno do vilão Yonensai que sequestra sua namorada (mais retrô que esse plot, impossível). No caminho, também ele resgata alguns camponeses no estilo de Shinobi e Golden Axe 3.

Neste game, o jovem Hayato tem o repertório completo que seu ancestral adquiriu no game original, sem precisar de desbloqueio e pode ser conferido na Info. Ele também conta com flechas e uma magia do tipo Limpa-tela. É um samurai completo, apesar da primeira versão eu entender que a ideia principal era ele resolver tudo na espada. 

Aliás, o desafio é duríssimo, principalmente nas fases de plataformas que você precisa dosar os saltos. Mas isso, só me deu a sensação de quando estreei o primeiro jogo, antes de memorizar cada "armadilha " preparada pelos desenvolvedores. 


 CONSIDERAÇÕES FINAIS 

Se você é como eu, que tem saudades de um jogo 8-16 bits novo e foi muito fã de Kenseiden nos anos 80 e 90, não vai se arrepender deste game. 

Ele preenche a sensação de nostalgia de muitos fãs que sentiram falta de uma continuação. 

Ele pode ser encontrado pra baixar, e como serviço à comunidade retrogamer, absolutamente gratuito por respeitar os direitos autorais da SEGA.

https://master-linkuei.itch.io/hayatos-journey

Master Linkuei e Edmo Caldas estão de parabéns. 👏👏👏

Recomendo! Até o próximo review!

sexta-feira, 21 de junho de 2019

How to Use - Shadowrun





Fala amigos!
Como prometido, o esperado Guide de Shadowrun.
Vamos fazer este Guide no Molde que fizemos com Phantasy Star: Não terá revelações de mistérios ou spoilers, apenas descreveremos as regras, dicas genéricas, os elementos do jogo e a descrição de cenário, já que é um mundo aberto.


segunda-feira, 11 de março de 2019

MD Review - Castlevania Bloodlines (1994)



Salve amigos! 
É com prazer que vamos pegar a estaca e o alho pra enfrentar todos os monstros nesse clássico de terror da Konami para o Mega Drive. Se segurem que vamos falar de Castlevania para Mega Drive.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2019

Divagações Gamísticas - Nº1







Por Douglas Deiró


Saudações!
Tudo bem com vocês?
Baseando-me em um dos meus textos anteriores – sobre a Sega não ter feito um game com a Light Phaser baseado em Zillion -, imaginei, que daria uma nova coluna para o QG Master. E aqui estamos!
Seguindo essa idéia, farei “divagações” a respeito de alguns lançamentos que, por alguma razão inexplicável, não foram concebidos, mesmo sendo tão óbvios (embora, seja um conceito subjetivo). Há casos que, realmente, me deixam bastante intrigado.
Sem mais enrolações, vamos falar de...


Power Athete

Com versões para Mega Drive e Super Nes, este título da Kaneko de 1992, foi um dos tantos que pegou o vácuo do sucesso “hadoukenizador” de Street Fighter 2. Alguns destes clones foram discretos na inspiração, enquanto outros, foram bem descarados (Power Instinct, estou olhando pra você! Rss!!!). No caso de Power Athlete (PA), pelo menos, inovou em trazer mecânicas próprias e o aumento de atributos ao fim dos combates.
O primeiro “Por quê?”, de fato, vai para os três nomes que recebeu. No Mega, se chamou Power Athlete no mercado ocidental e, Deadly Moves, no Japão e região. Já no concorrente, batizaram o danado de Power Moves. Aqui, creio eu, tentaram evitar treta com a Nintendo, por conta da palavra Deadly (Mortal).
Uma das inovações de PA: o aumento de atributos ao vencer lutas.
Hoje, muitos dos que fazem reviews de jogos, o criticam. Porém, na gênese dos jogos de luta, ainda não havia padrões muito definidos. Existia o Street Fighter 2, os que tentavam imitá-lo e os que buscaram se diferenciar dele... PA se encaixa neste último grupo. Então, para todos os efeitos, o considero efetivo em sua proposta mais simplista, uma vez que, tudo funciona direitinho. Acompanhado de gráficos bonitos e músicas empolgantes, fez a alegria da molecada que só tinha ele em mãos (fui um deles). 

domingo, 11 de novembro de 2018

MD Review - Jammit (1994)


Fala Pessoal!
É dia de abandonar um pouquinho a pancadaria e as jornadas épicas, para adentrar o mundo do Esporte. Mas é lá na periferia, nas quadras de rua, que vamos conferir este clássico pra Mega Drive. Se liga em Jammit!

quarta-feira, 3 de outubro de 2018

MD Review - Bishoujo Sailor Moon (1995)


Olá amigos!
O QG Master inicia o seu "Outubro Rosa" um mês dedicado só às heroínas e as jogadoras, e começamos com o pé direito.
Uma análise comemorativa do jogo da Sailor Moon para o Mega Drive, vamos lá?


sexta-feira, 7 de setembro de 2018

MD Review - Shadowrun (1994)



Fala galera!
Saudade dos velhos RPG's de mesa?
Gosta de transitar em sombrios futuros caóticos? Vamos dar uma corrida nesta super conversão eletrônica de um clássico de mesa pro Mega Drive! Vamos lutar pela sobrevivência e resolver um mistério em Shadowrun.

terça-feira, 17 de julho de 2018

MD Review - Turtle Ninja Hyperstone Heist (1993)


E aí amigos!
Promessa é dívida e volto aqui ao segundo jogo das Tartarugas pro Mega Drive! Também conhecido no Japão como Return of Shredder, vejam comigo esse  novo episódio fantástico da Konami! Se quiser ler mais sobre a História das Tartarugas e o outro game, clique aqui.

quinta-feira, 21 de junho de 2018

How to Use - MD Review: Teenage Mutant Ninja Turtle Tournament Fighters (1993)




Olá pessoal, 
Retornamos aos jogos de luta do Mega Drive, decidido enfim a abordar um game de luta diferente dos convencionais. Fizemos um retorno e cobrimos o Teenage Mutant Ninja Turtles: Tournament Fighters ou simplesmente Tartarugas Ninja Tournament Fighters como chamávamos aqui.

sábado, 28 de abril de 2018

MD Review - Sunset Riders (1992)

Salve, Cowboys!
Peguem suas armas para desbravar o Oeste Selvagem Faremos uma breve análise de um grande jogo da Konami, Sunset Riders pra Mega Drive.  Vejamos como ficou!

domingo, 1 de abril de 2018

MD Review - Pirates! Gold (1993)


Salve marujos!
Embarquem logo e tragam uma garrafa de rum! Depois de um longo tempo navegando, vamos dar uma olhadinha nesse curioso jogo de Piratas para o Mega Drive, o Pirates! Gold.

sábado, 7 de outubro de 2017

MD How to Use - Dragon Ball Z: L'Appel du Destiny (1994)



E aí pessoal!
Percebendo a onda aqui no Brasil em torno da série Dragon Ball Super, decidi me aventurar na versão Mega Drive da série de quadrinhos/desenho mais querida do Japão, mas ironicamente usando a versão francesa. Como? Sim é o que veremos em Dragon Ball Z: L'Appel du Destin.

terça-feira, 18 de julho de 2017

MD Review: How to Use - Justice League: Task Force (1995)

 Olá amigos,
Tudo bem? às vezes surgem surpresas no nosso caminho e games no mínimo curiosos surgem no nosso QG. É o que posso dizer deste game, o primeiro da Justice League. Confiram comigo. 
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quarta-feira, 31 de maio de 2017

Meu “Novo” Mega Drive chegou!


Todos aqueles que são, minimamente ligados aos games, sabem do relançamento do Mega Drive. Foi anunciado no fim do ano passado com a abertura da fase de pré-venda e, cujas entregas, tiveram início agora no mês de maio. O meu, chegou ontém (dia 30/05). 
O que poderia falar do “Novo” Mega Drive, diferente, do que já está sendo difundido pela mídia? Nada. Unboxings e reviews podem ser achados, aos montes, pela internet. Portanto, apenas, deixarei minhas impressões.
Lançado em virtude dos 30 anos da Tectoy (e, claro, a parceria com a Sega), o Mega foi o produto escolhido para celebrar isto. Ele nunca deixou de ser produzido aqui mas, trazê-lo de volta ao design original como nos anos 90, tocou fundo no coração do fã mais hardcore. Sim, porque, se a pessoa for mais “racional”, fará as contas e constatará que é mais vantajoso emular em seu PC, smartphone ou jogar seu console de mais de 20 anos que, se estiver inteirão, rodará tudo direitinho.

Olha meu Mega aí! Fiquei felizão quando chegou... até parecia que tinha 13 anos novamente. E, ele vir personalizado então, melhor ainda.

sábado, 20 de maio de 2017

MD Review - Shining Force (1992)

E aí pessoal,
Uns meses que não abordamos RPG's, então que tal retornarmos com a continuação inovadora de Shining in the Darkness? Acompanhe nossa análise de Shining Force.

sábado, 25 de março de 2017

MD How to Use: X-Men - Gamemaster's Legacy (1994)


Salve de novo, Pessoal!
Nosso Review sobre este Game rendeu tanto, que decidimos dedicar este post para detonar o Game e conhecer mais coisas sobre nossa série de herói favorita.
Se veio só pelas curiosidades, basta ir ao final da nossa matéria. Boa leitura!