sábado, 20 de abril de 2019

MD Review - Golden Axe II (1991)


Salve pessoal,
É hora de uma jogatina das Antigas, mas inegavelmente boa.
Após falarmos das versões anteriores, passou da hora de falarmos da versão dois de Golden Axe. Vamos comigo!

quinta-feira, 21 de março de 2019

Master Review - E-SWAT (1990)



Saudações, “Masters Maníacos”!
Como vocês estão?
Essa foi direto dos anos 80, não é? Mas, como nosso negócio são os games antigos (em sua maior parte), calhou de combinar.
Falarei hoje de E-SWAT, em sua versão do Master System. Na verdade, ele já foi abordado em setembro de 2016, em texto escrito pelo Marcos. Porém, como curto bastante este game, quis me aprofundar um pouco mais.
Vamos lá, então? 

A tela de abertura, com arte "sombria" e música heróica.
Policial do Futuro – Neste título da Sega, um port da versão de arcade, você encarna um policial em um futuro próximo (não definido, por questões óbvias) em sua misssão de combater a bandidagem. À mando do cientista louco chamado Balzac, o terror  tomou conta das ruas e precisamos dar um fim nisto. Diferente do que acontece em nossa triste realidade – onde, os agentes da lei, precisam enfrentar os meliantes com equipamentos “obsoletos” (para não dizer outra coisa) – aqui, terá a chance de usar uma armadura de combate de alta tecnologia.
Como o Robocop estava muito popular naqueles tempos, a Sega, não perdeu tempo e já preparou algo no estilo. Diferente do filme, não precisamos chegar à beira da morte (e ter seu corpo estraçalhado à bala) para ser convertido em ciborgue, e sim, somos convidados à ingressar nos quadros da Enhanced Special Weapons and Tactics, a E-SWAT.
No começo do jogo, somos um policial comum, armado apenas de pistola. Porém, ao concluirmos a primeira fase, “a mágica acontece” e vemos uma tela bem bacana de nosso personagem vestido com seu novo traje futurista.

AGORA O BICHO VAI PEGAR!!!
E-SWAT, OSSO DURO DE ROER!

terça-feira, 19 de março de 2019

Sessão do Aniversariante - 2019

Saudações amigos!

Aqui é o Adinan; recentemente completei 35 anos, a idade começando a demonstrar seus efeitos na minha pessoa, mas a paixão por games é a mesma desde os meus 7 anos de idade! :D

Para comemorar meu níver, bora recomendar alguns games que andei jogando recentemente!


segunda-feira, 11 de março de 2019

MD Review - Castelvania Bloodlines (1994)



Salve amigos! 
É com prazer que vamos pegar a estaca e o alho pra enfrentar todos os monstros nesse clássico de terror da Konami para o Mega Drive. Se segurem que vamos falar de Castelvania para Mega Drive.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2019

QG Recomenda: 10 RPG's Imperdíveis para o Mega Drive!


Fala pessoal!
Quando você fala em RPG's hoje em dia, o pessoal logo lembra dos milenares Final Fantasy e Zelda do SNES, ainda com boas novidades sendo feitas em outros consoles, correto?
Iniciando 2019, eu queria dividir com vocês alguns RPG's que valem a pena experimentar no Mega. Poderia fazer um catálogo com a infinidade de jogos do gênero produzidos, mas quis unicamente sugerir alguns dos meus preferidos que são obrigatórios pra qualquer gamer, mesmo que alguns a memória já  esvaneceu. 
Vamos com DEZ RPG's do Mega, se você curte o gênero, esse post é pra você.

segunda-feira, 28 de janeiro de 2019

Divagações Gamísticas - Nº1







Por Douglas Deiró


Saudações!
Tudo bem com vocês?
Baseando-me em um dos meus textos anteriores – sobre a Sega não ter feito um game com a Light Phaser baseado em Zillion -, imaginei, que daria uma nova coluna para o QG Master. E aqui estamos!
Seguindo essa idéia, farei “divagações” a respeito de alguns lançamentos que, por alguma razão inexplicável, não foram concebidos, mesmo sendo tão óbvios (embora, seja um conceito subjetivo). Há casos que, realmente, me deixam bastante intrigado.
Sem mais enrolações, vamos falar de...


Power Athete

Com versões para Mega Drive e Super Nes, este título da Kaneko de 1992, foi um dos tantos que pegou o vácuo do sucesso “hadoukenizador” de Street Fighter 2. Alguns destes clones foram discretos na inspiração, enquanto outros, foram bem descarados (Power Instinct, estou olhando pra você! Rss!!!). No caso de Power Athlete (PA), pelo menos, inovou em trazer mecânicas próprias e o aumento de atributos ao fim dos combates.
O primeiro “Por quê?”, de fato, vai para os três nomes que recebeu. No Mega, se chamou Power Athlete no mercado ocidental e, Deadly Moves, no Japão e região. Já no concorrente, batizaram o danado de Power Moves. Aqui, creio eu, tentaram evitar treta com a Nintendo, por conta da palavra Deadly (Mortal).
Uma das inovações de PA: o aumento de atributos ao vencer lutas.
Hoje, muitos dos que fazem reviews de jogos, o criticam. Porém, na gênese dos jogos de luta, ainda não havia padrões muito definidos. Existia o Street Fighter 2, os que tentavam imitá-lo e os que buscaram se diferenciar dele... PA se encaixa neste último grupo. Então, para todos os efeitos, o considero efetivo em sua proposta mais simplista, uma vez que, tudo funciona direitinho. Acompanhado de gráficos bonitos e músicas empolgantes, fez a alegria da molecada que só tinha ele em mãos (fui um deles). 

quinta-feira, 10 de janeiro de 2019

Master Review - Running Battle (1991)

Olá, pessoal!
Tudo bem?
Desta vez, estou aqui estou para...
Ah! Querem saber?
Vamos logo ao assunto!

Introdução – Não costumo fazer isto mas, já vou começar “descendo o sarrafo” neste jogo. Running Battle é um daqueles que via no catálogo da Tec Toy, achava que era o máximo e, no fim, se apresentou como uma baita decepção. Esse sentimento ficou guardado por anos, porque, não consegui jogá-lo na época de seu lançamento.
É um jogo de ação lateral padrão. Você vai andando da esquerda para a direita, batendo ou atirando nos inimigos, coisa e tal. Porém, a impressão que fica é que, os programadores, não se dedicaram muito. Esse pouco caso, pode ser sentido pela história, que cita um tal de “M”, chefão dos Soldados da Escuridão (Soldiers of the Darkness). Achou os nomes bobos? Mas, “para quem é, tá bom demais”.

Quem vê a apresentação do game se empolga, mas...

quarta-feira, 2 de janeiro de 2019

Mistério - A Sega não fez um jogo de pistola sobre Zillion








Por Douglas Deiró

Nos tempos mágicos do videogame (pelo menos, considero assim, o período entre meados dos anos 80 e início dos 90), a criatividade tinha que ser usada, não apenas para bolar o jogo mas, drilhar as limitações técnicas da tecnologia vigente. Lembro que, certas questões, começavam a me intrigar. Algumas destas, ainda me pego pensando a respeito.
Fico imaginando como eram as reuniões, que definiam, quais games seriam feitos, como e quantas pessoas estavam envolvidas no processo, etc, etc, e etc. Hoje, sei que as memórias eram super caras, e isto, era levado em conta nos projetos. Por vezes, acabavam tendo “cortes drásticos”, para caberem, dentro da quantidade de megabits de um cartucho.

Como as compras de compomentes eletrônicos em escala industrial, são feitas, em lotes grandes, deduzo, que as encomendas fossem feitas em quantidades específicas. Exemplo: em números puramente hipotéticos, suponhamos, que a Sega comprava 500 mil “chips” memória com 4 Megas, 300 mil de 2 Megas  e 100 mil de 1 Mega (aqui, pode ser  o cartucho já motando, virgem e pronto para ser gravado... o raciocínio prevalesce). Com base na quantidade disponível em estoque, designavam àquela equipe de programadores, o game que se encaixaria melhor dentro deste limite de dados. Bom, como o foco do texto não é exatamente este, deixarei, este “exercício especulativo” para o futuro.
Voltando ao ponto...
No passado, minhas dúvidas, eram mais simples. Como era um menino, as noções que tinha sobre o tema eram bem rústicas, tendo somente, as revistas como fonte.

sábado, 29 de dezembro de 2018

Meme Retrogamer: O que Você jogou em 2018?


Fala gente!
Tudo joia?!
2018 tá acabando, mas nós do QG Master estamos deixando aqui nossa retrospectiva de games que mais nos  felicitaram. Escolhemos aqueles mais bacaninhas como dica pra vocês abrirem o ano bem. Vamos conferir os jogos de cada membro?

domingo, 11 de novembro de 2018

MD Review - Jammit (1994)


Fala Pessoal!
É dia de abandonar um pouquinho a pancadaria e as jornadas épicas, para adentrar o mundo do Esporte. Mas é lá na periferia, nas quadras de rua, que vamos conferir este clássico pra Mega Drive. Se liga em Jammit!