quinta-feira, 15 de agosto de 2019

Entrevista: Ulisses Lopes (Gamemaker)








Por Douglas Deiró




Esse game deveria ser mais difícil!
Eu colocaria um cara mais forte no elenco deste jogo.
Os “Saruês Samurais Mutantes” são tão legais. Podia ter um game deles.
Se soubesse programar, faria um game do jeitinho que eu gosto.

Todo gamer, alguma vez na vida, já se pegou pensando desta forma. Creio, ser tão natural, quanto apreciar o jogo em si. O mesmo, pode ocorrer, com outras mídias também, sejam HQs, filmes ou desenhos animados. A vontade de expandir as aventuras de seu herói favorito, além do que lhe é apresentado em sua obra original, nos dá asas à imaginação.
Não raro, há aqueles que “colocam a mão na massa” e produzem materiais, que podem variar, de sequências não oficiais ou algo completamente novo. No passado, eram mais comuns, os fanzines. Dada a simplicidade da mídia, era a forma mais fácil de viabilizar tudo. Hoje, com o advento da tecnologia, vemos produções de fãs e... claro... os games fazem parte do pacote. Há trabalhos tão bons quanto o de profissionais e, na internet, podemos encontrá-los aos montes.
Mas, focando nos jogos eletrônicos (a nossa “praia” aqui)...
SNK Vs Capcom 2 Rivals é um dos games feitos por Ulisses.
São poucos, aqueles que conseguem realizar esse desejo. Mesmo as engines para a criação de jogos, exigem algum grau de conhecimento e, isto, acaba afugentando as pessoas. Felizmente, este não é caso de Ulisses Lopes da Silva. O gamemaker de 37 anos e natural de São Bernardo do Campo/SP (mas, mora na capital Paulista), tem dado vida à muitas de suas idéias, criando material de bastante qualidade. “Tenho personagens originais desde criança e fazia meus quadrinhos. Depois de velho, fui tentando aprender a fazer games, até que consegui”, comentou.

terça-feira, 6 de agosto de 2019

Especial Zeebo - Tekken 2


Saudações, amigos do QG Master!
Tudo bem com vocês?
Este será o primeiro texto, de uma série, onde abordarei o Zeebo, por meio de seus jogos. O “famigerado” console da Tectoy, no ultimo dia 25 de maio, completou 10 anos de lançamento. Sei que ninguém pediu, não marcou a vida de gamer algum e nem foi um sucesso de vendas (muito pelo contrário, foi um fiasco). Então, por quê falar dele?
O farei para, quem sabe, desmistificar um pouco a idéia de que é uma porcaria tão grande como dizem. Farei algumas considerações sobre sua história e deixar impressões pessoais. Sou um dos poucos mais de 30 mil proprietários (número estimado de vendas) e, em meu console, tem quase todos os títulos que foram disponíbilizados. E, podendo contrariar a lógica de muita gente, gosto e jogo ele até hoje.
A caixa do meu Zeebo. Nela, consta Street Fighter Zero,
que nem chegou a ser lançado.
A primeira coisa que digo é que ele tem jogos bons e ruins, como qualquer console. O problema é a sua biblioteca muito pequena, cerca de 50. Em compensação, os que considero realmente ruins, são dois ou três.
O ponto crucial para entender meu ponto de vista, é onde enxergo como o maior erro da Tectoy: emparelhar o Zeebo ao Playstation 2. Ainda que não tenham feito isto de forma muito explícita, chegaram à fazer comparativos de desempenho em geração de polígonos e que, títulos daquela plataforma, também poderiam ser jogados nele (vide o polêmico, Resident Evil 4). Mesmo na época, já tinha sido descoberto, que o equipamento não passava de um “celular consolizado“ que, por si só, já derrubava a tese de que era algo páreo ao produto da Sony.
O fato do hardware ser desta forma, não seria um problema tão grande. Games bacanas poderiam ser feitos - e foram - mas, passar uma impressão tão longe da verdade, não ajudou em nada. Qualquer pessoa, assistindo à um video no Youtube, notaria isto facilmente. Para piorar, seu preço de lançamento foi de R$599,00, grana suficiente, para pegar um PS2 e uma cacetada de DVDs piratas.

quarta-feira, 31 de julho de 2019

Entrevista: Leandro Berenguel


Salve pessoal!
Tudo joia? Fazia tempo que não entrevistávamos o pessoal da cena retrogamer, até que esbarrei na pagina Phantasy Star Brasil com ninguém menos que Leandro Berenguel, autor de diversos romhackings da série Phantasy Star. De fã pra fã, tanto do jogo quanto de gatos, nossa conversa foi super cordial e ele me concedeu uma entrevista pra falar melhor do seu trabalho. 
Sem mais delongas, vamos lá?

quarta-feira, 10 de julho de 2019

Uma Experiência Retrogamer: Athus Ferreira





Nenhuma descrição de foto disponível.
Salve Pessoal!
Uma divisão da nossa série de Entrevista,  iniciamos o primeiro Convidado da Experiência Retrogamer contando suas histórias:

sexta-feira, 21 de junho de 2019

How to Use - Shadowrun





Fala amigos!
Como prometido, o esperado Guide de Shadowrun.
Vamos fazer este Guide no Molde que fizemos com Phantasy Star: Não terá revelações de mistérios ou spoilers, apenas descreveremos as regras, dicas genéricas, os elementos do jogo e a descrição de cenário, já que é um mundo aberto.


sábado, 8 de junho de 2019

QG Master: Sessão do Aniversariante: 2019

Saudações amigos,
Aqui estamos concluindo mais um ciclo, e a vida tá apertada, continuado firmes e fortes. Mas curiosamente, o tempo pra jogar meus retrogames foi ajeitado e segui firme na jogatina esse ano. Sem delongas, o que estou jogando:

sábado, 18 de maio de 2019

Master Review - Line of Fire (1991)


Olá galera!
Como a ação no nosso QG não pára, que tal, um review de um game cheio de ação também? Sejam bem vindos ao mundo de Line of Fire, um shooter dos bons, uma pérola do nosso querido Master System!
PREPARAR... APONTAR... FOGO!!!

O Jogo – Line of Fire (LoF) não nasceu no 8 bits da Sega, mas sim, nos arcades no ano de 1989. Porém, era totalmente diferente, um “jogo de pistola” onde se mandava bala apontando a arma contra a tela. Os motivos que levaram a empresa a não fazer uso da Light Phaser na versão caseira, é um mistério.
Pensando por outro lado, quem sabe, quiseram dar uma revigorada na fórmula, o transformando, num shooter de scrooll vertical? Se foi isto mesmo, não sabemos mas, tal escolha, propiciou um game superdivertido, com características que o diferencia de outros no gênero.
Você assume o papel de um militar chamado Jack. Infiltrado numa base inimiga, acabou por descobrir planos de um novo tipo de arma muito poderosa, que pode significar, grande perigo nas mãos de algum ditador maluco ou terroristas sedentos por destruição. E, para conseguir dar o fora dali, o herói assume a direção de um jipe e, assim, tem início sua difícil missão em território hostil.

quarta-feira, 15 de maio de 2019

Dica do Dia - Desert Speedtrap



DICAS PRO PAPA-LÉGUAS NOVATO

INVENCIBILIDADE
Entre no Options, e ajuste Tune 09 e Sound 12. Volte ao Game Mode e pressione esquerda/direita e aparecerá a opção CHEAT. Isso lhe dará Invicibilidade no Modo Hard. 

SELEÇÃO DE FASE
Entre no Options, e ajuste Tune 10 e Sound 07. Desça o Cursor até Exit e pressione esquerda/direita e aparecerá a opção de Level. Será 10 para Easy, 12 para Normal e 14 para Hard.  

sábado, 20 de abril de 2019

MD Review - Golden Axe II (1991)


Salve pessoal,
É hora de uma jogatina das Antigas, mas inegavelmente boa.
Após falarmos das versões anteriores, passou da hora de falarmos da versão dois de Golden Axe. Vamos comigo!

quinta-feira, 21 de março de 2019

Master Review - E-SWAT (1990)



Saudações, “Masters Maníacos”!
Como vocês estão?
Essa foi direto dos anos 80, não é? Mas, como nosso negócio são os games antigos (em sua maior parte), calhou de combinar.
Falarei hoje de E-SWAT, em sua versão do Master System. Na verdade, ele já foi abordado em setembro de 2016, em texto escrito pelo Marcos. Porém, como curto bastante este game, quis me aprofundar um pouco mais.
Vamos lá, então? 

A tela de abertura, com arte "sombria" e música heróica.
Policial do Futuro – Neste título da Sega, um port da versão de arcade, você encarna um policial em um futuro próximo (não definido, por questões óbvias) em sua misssão de combater a bandidagem. À mando do cientista louco chamado Balzac, o terror  tomou conta das ruas e precisamos dar um fim nisto. Diferente do que acontece em nossa triste realidade – onde, os agentes da lei, precisam enfrentar os meliantes com equipamentos “obsoletos” (para não dizer outra coisa) – aqui, terá a chance de usar uma armadura de combate de alta tecnologia.
Como o Robocop estava muito popular naqueles tempos, a Sega, não perdeu tempo e já preparou algo no estilo. Diferente do filme, não precisamos chegar à beira da morte (e ter seu corpo estraçalhado à bala) para ser convertido em ciborgue, e sim, somos convidados à ingressar nos quadros da Enhanced Special Weapons and Tactics, a E-SWAT.
No começo do jogo, somos um policial comum, armado apenas de pistola. Porém, ao concluirmos a primeira fase, “a mágica acontece” e vemos uma tela bem bacana de nosso personagem vestido com seu novo traje futurista.