sábado, 30 de abril de 2016

Recomendo: Out Run


O que acha de espantar o frio numa das corridas mais frenéticas que a SEGA já bolou? 
Estas duas últimas semanas uma visitinha inesperada neste cart (já coberto em Review pelo nosso especialista Adinan) me deu um belo frescor dos Arcades da SEGA.

O Master traz tudo sem perder a emoção: Gráficos belos, uma música descontraída (melhor que muito áudio que simulava barulho de motor) que você "sintonizava" no rádio, aquele velho espírito que sentíamos só nos teen movies americanos dos anos 1980, correndo a toda na orla da praia, com você e sua loira no carona, até quando voavam pelos ares ao bater nos objetos do lado da pista. Sentir tudo isso é só ligar o game.

Super recomendado (para alguém que Corrida não é seu forte), minha dica do mês. Pé na tábua!



terça-feira, 26 de abril de 2016

Master Review - World Grand Prix (1986)







Saudações!
Estou de volta, desta vez, para falar de um game um tanto “obscuro” do Master System, o World Grand Prix. Apertem os cintos, liguem os motores e vamos lá!!!

Você já jogou World Grand Prix (WGP)?
Esta pergunta pode soar tôla, uma vez que, foi lançado no Brasil junto com o Master System em 1989 e, até hoje, figura entre os títulos encontrados na atual versão Evolution, produzida pela Tectoy. Desta maneira, pode sim, ter divertido muita gente durante este tempo todo. Então, porquê disse, lá na apresentação, que é meio “obscuro”? Vejamos...
As capas com "artes minialistas" do Master System.
Pilotar este carrinho, é como entrar no cockpit de um Fórmula 1 de 30 anos atrás, por ter sido lançado em 1986. Desta forma, traz todas as características dos jogos produzidos naquele período, época que os videogames ainda estavam engatinhando, formando suas identidades visuais, mecânicas e de feedback junto ao público. Assim, quando aportou em terras brazucas, já estava datado.
Isto se reflete, também, no espaço na mídia dedicado à ele. Você, que está lendo isto, que foi uma criança feliz nos anos 80 e 90, lembra de ter se deparado com algum review sobre WGP, em qualquer revista especializada que fosse? Se a resposta foi “Não”, junte-se a mim nesta causa. Falou-se muito pouca coisa à respeito dele, só o descreveram brevemente e pronto. Ainda bem que, graças à internet, há vídeos de gameplay no Youtube, que o ajudam à permanecer vivo na história dos games.
Escrever à respeito, foi como uma “reparação”, porque eu mesmo, não tenho uma única lembrança vívida de tê-lo jogado... apenas, tenho "flashes" de memória dele. Sei que tive a oportunidade, por um dado momento e nunca mais... isto, até alguns dias atrás, quando me veio uma vontade súbita de revisitá-lo: “Porquê será, que não me lembro direito? Era ruim?”. 

domingo, 10 de abril de 2016

MD How to Use - Weapon Lord (1995) - parte 2



Saudações pessoal,
Aqui prosseguimos com a análise e o modo avançado de jogar Weapon Lord.
Para quem quer arrebentar no game, confira antes o guia pra iniciantes aqui.

MD How to Use - Weapon Lord (1995) - parte 1



Saudações Moçada!
Este é o ano de aportamos mais na seção MD e vamos adentrar numa jornada louca e desvendarmos os diversos fighting games do Mega Drive. Mas você não irá apenas ler, será convidado a ir pra telinha e testar nossos golpes e estratégias.
Hoje iremos a um exercício de coragem e desprendimento com um dos meus fighting games preferidos: Weapon Lord em 2 posts!

Neste primeiro, a História e o Guide para iniciantes.

No segundo, a Análise e o Guide Avançado para quem já dominou e quer mais ação.
Para ler com calma...

sábado, 2 de abril de 2016

GG Review - Sylvan Tale (1995)



Não me recordo quando foi a primeira vez que li o termo Pérolas que não atravessaram o Oceano. Fez uma analogia muito feliz aquele que o utilizou para games lançados exclusivamente no oriente. Esse não tão conhecido game que vou falar hoje, cruzou os mares através da magia da emulação e só ganhou vida para muitos jogadores (como eu) graças ao esforço de tradução do grupo Aeon Genesis

A descoberta de jogos como Sylvan Tale (95) sempre me deixa fascinado com o quanto a nossa querida Sega foi criativa. Esse é o tipo de jogo que qualquer apaixonado pela série Zelda devia/deve experimentar. Não, ele não é superior as aventuras de Link mas sim, pode agradar aqueles que querem um descompromissado Action-RPG.

sábado, 5 de março de 2016

Master Review: Castle of Illusion Starring Mickey Mouse (1990)

Cada cartucho que aluguei em minha infância, de alguma forma foi especial. Alguns, mais especiais do que outros. Recordando com mais carinho, consigo apontar que mesmo cartuchos que possuí (comprados/trocados) não tiveram a carga de lembranças ou algum destaque importante na minha vida gamer. Isso em parte, se deve ao fato de alugar o dito cujo.


Alugar era a "aventura" do final de semana. Acordar cedo, pegar o ônibus, esperar a locadora abrir e correr para a seção do Master System - e as vezes fazer o mesmo para o Super Nintendo (heresia!!!!!). Lembro com muitas saudades de cada manhã e conversa entre as prateleiras com a molecada que estava por lá. O troca-troca de informações era tão (ou quase) emocionante quanto a maratona de tarde-noite-e-madrugada tentando passar a fase de algum jogo.

terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Master Review - Pit-Fighter (1991)








Olá, pessoal!
Aqui estou novamente, agora, para conversarmos sobre o port de Pit-Fighter para o Master System.

O quê falar sobre este game? De cara, digo que ele é bem polêmico pois, há os que amam e os que não querem ver nem pitado de ouro. Porém, ambas as visões, tem suas razões de ser.
Este game apareceu nos arcades em 1990 e causou bastante furor, inicialmente, por apresentar gráficos digitalizados de atores reais. Por conta disto, acabou fazendo o caminho comum de todo game de sucesso, foi portado para tudo quanto foi plataforma de videogame. Mas, quem não viveu aquela época, pode estar se perguntando, “se o game fez sucesso, porque há os que detestam?”.
Pois bem... mesmo em sua versão de flíper, está à anos luz de ser um jogo realmente bom. Praticamente, as imagens digitalizadas, são o único trunfo de Pit-Fighter. Uma vez colocada a ficha na máquina, era um desastre só. As animações são ruins, com poucos frames; os controles são duros e desajeitados; os “zooms frenéticos”, mais atrapalhavam do que ajudavam; a física era mal programada... enfim, continha mais defeitos do que virtudes de fato.
Se o game original já era ruim, o quê se podia esperar das conversões para os consoles caseiros? Não muita coisa, lógico. A melhor foi a de Mega Drive, onde foi feita uma melhora na animação, no gameplay, balanceamento da dificuldade e, o melhor, não tem Zoom (o console não processaria tal efeito... mas, não fez falta alguma).

terça-feira, 9 de fevereiro de 2016

Recomendo: Bonanza Bros

Poucos jogos conseguiram tal combinação: ação, humor e diversão. Bonanza Bros veio pra ocupar essa lacuna no 8-bits da Sega. Armado com uma pistola (paralisante?), os irmãos Mobo e Robo adentram portas e cruzam corredores de cassinos, lojas de departamentos, laboratórios e antiquários em busca de artigos que ajudarão a prender criminosos.

Master/MD Review - Super Street Fighter II (1993,1994, 1996)




Olá pessoal!
Já estávamos devendo o grande marco do mundo dos games: Análise e Guia dos jogos da série Street Fighter II para a SEGA. Todos os retroblogs já devem ter contado algo, mas creio que  só a experiência pessoal e a análise valeriam a pena dar uma olhadinha aqui. TODOS os jogos de Street na SEGA com várias explicações.