Inglês.
O segundo idioma necessário e uma barreira para muitos que jogam videogame, além,
claro, para outras atividades na vida que não sejam ligadas ao nosso entretenimento
favorito. Mas, sendo bem razoável, é verdade que mesmo no século 21, ainda
encontramos e em bom número, jogadores que não entendem “paçocas” do que está
rolando na cut scene de um jogo.
Admitindo
um pecado: eu já fui um desses e hoje vejo o quanto perdi, seja em tempo, seja
em conteúdo que poderia ter sido acrescentado para mim. Muitas curiosidades e
fatos importantes dos games, eu só fui descobrir anos depois com o advento da
internet – e quando criei vergonha na cara e cursei uma escola de idiomas
(ainda que falte concluí-la).
A
verdade é que mesmo hoje em dia com um inglês razoável que me permite entender
boa parte do que leio e ouço nos games, às vezes o idioma nacional me parece
aquele ingrediente mágico (e sem trocadilhos com Harry Potter) que dá sabor para a mistura. Pra ficar apenas em dois
exemplos, quem jogou Kinect Adventures ou mesmo o saudoso Phantasy Star em
português sabe do que estou falando: dá vontade de ficar horas e horas jogando
apenas pelo fato de entender facilmente o que o jogo se dispõe a nos oferecer.