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segunda-feira, 21 de dezembro de 2020

Meme Retrogamer: O que Você jogou em 2020?

 


Salve pessoal!

2020 foi um ano atípico e não é surpresa pra ninguém!

Muita correria, adaptação, notícias tristes, mas também alguns momentos de alegria e alívio.

Mesmo assim, seguimos a tradição e nossos membros vão contar sua experiência gamer do ano e o que recomendam:

 

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ADINAN

 

Saudações amigos!

 

Dizer que esse ano foi um terror é um eufemismo. Espero que todos estejam bem e se protegendo dessa pandemia, e que 2021 seja melhor e de preferência livre desse vírus. Felizmente ainda pude aproveitar alguns jogos este ano. Vou listar aqui os que mais curti, tudo RPG:

 


Crusader of Centy (Mega Drive)

 Esse jogo é bem curioso. A maioria conhece por causa do Easter Egg do Sonic na praia, mas o mais interessante é como esse jogo surgiu. Foi o primeiro jogo do projeto Mega RPG Project, uma iniciativa da Sega de 1994 para competir com a vasta biblioteca de RPGs do SNES. Pena que o projeto perdeu o foco por causa do Sega Saturn, rendendo apenas 5 jogos para o Mega e 2 para o Sega CD, mas ao menos tivemos este game que é um ótimo action adventure inspirado em Zelda. Neste game controlamos um garoto que está passando para a fase adulta e deseja seguir o caminho de seu pai que foi um bravo guerreiro. À medida que o jogo progride perdemos a habilidade de falar com seres humanos e passamos apenas a falar com os animais, e aí entra um elemento interessante que é a equipe de animais. Podemos recrutar cachorro, pinguim, leão e outros animais, e cada um acrescenta uma habilidade ao herói. O jogo é recheado de puzzles e vai fritar bastante os neurônios do jogador para progredir na aventura.

Vale muito a pena conhecer este jogo, um excelente produto do Mega RPG Project!

 


Drakkhen (SNES)

Caindo um pouco de nível (talvez um pouco mais) vamos conhecer este que é considerado por muitos o pior RPG do SNES, se não o pior jogo do console. Mas vou confessar: gostei do game.

Ele tem claramente aquela cara de jogo de lançamento, e tem umas bizarrices com relação ao som dos inimigos que parecem estar vomitando o tempo todo. Mas sendo um port de jogo de computador, Drakkhen é um cRPG. Ou seja, aqui não temos um jogo na pegada de Final Fantasy ou Phantasy Star, mas sim algo mais próximo de Ultima ou Might & Magic. E considerando os limites do SNES e o fato de ser um jogo de lançamento, o port ficou competente. O jogo oferece um tutorial para ajudar a se acostumar com a interface e os comandos, e apresenta uma direção inicial ao jogador. Tudo é recheado de mistério, e andamos pelo mapa sempre com a sensação de que o perigo está à espreita, qualquer coisa pode dizimar a equipe. E essa atmosfera e a narrativa mais aberta tornam este jogo bem interessante, e depois que se pega o jeito fica até fácil de jogar. Lógico que o SNES tem RPGs muito melhores, mas acho que vale a pena conferir com a mente bem aberta e ciente das limitações.

 



Emerald Dragon (SNES)

Para finalizar, mais um RPG desconhecido que por muito tempo ficou restrito ao Japão mas felizmente foi todo traduzido. O gameplay dele é bem esquisito, nas batalhas controlamos apenas o protagonista e o restante da equipe é comandada pelo PC, o que não é muito efetivo. Mas o ponto forte deste jogo é sem dúvida a história, sobre a amizade entre um dragão jovem chamado Atrushan e uma humana chamada Tamryn que sobreviveu a um naufrágio e passa a morar na ilha dos dragões por toda a infância. A ilha é o único lugar onde dragões podem morar, pois fora dela há uma maldição que enfraquece dragões até a morte. Ao se tornar adulta ela decide partir, e Atrushan lhe dá o seu chifre esquerdo, dizendo a ela que caso precise de ajuda, é só assoprar o chifre que ele viria em seu auxílio. Anos depois o chifre é assoprado, e assim Atrushan precisa se tornar humano para poder sair da ilha e atender o chamado de Tamryn. 

A partir daí conhecemos mais personagens e nos envolvemos em uma guerra da resistência contra a Devil Army comandada por lorde Ostracon e o rei demônio Garcia. A trama básica de um bom e velho jRPG. Mas apesar do clichê a história é bem escrita e os personagens são memoráveis e carismáticos. 

Certamente é um RPG bem diferente em termos de combate e sistema, mas vale a pena conhecer mais um exemplar da vasta biblioteca de RPGs do SNES.

   

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DOUGLAS

 

Saudações, amigos do QG Master! Tudo bem com vocês?Seguindo com a tradição - elas são importantes, livram a humanidade da barbárie (profundo, não? Rss!!!) - trago aqui, alguns dos games que mais gostei neste ano de 2020. São títulos que revisitei depois de muito tempo, outros,que conheci tardiamente e acabaram chamando minha atenção. Vamos à eles!

 


Playstation 2 - O absurdamente bem vendido Playstation 2, por incrível que pareça, foi um que não tive em sua época. O pouco contato, se deu, por meio de amigos e de forma esporádica. 

Levando em conta, o fato, que perdi o"hype" de acompanhar de perto o mercado, fez com que sentisse pouca necessidade de me atualizar. Meu último videogame de ponta foi o Dreamcast e, Mega Drive, Master System, Nintendo ou Super Nintendo (por exemplo) ainda me divertem horrores. Por aí, ja dá a idéia, do tipo de gamer que sou. Este meu console surgiu, repentinamente, no começo do ano. Simplesmente, me deu vontade e fui procurar um. 

Em abril, no post de dicas do aniversariante, cheguei a citar alguns e, durante os meses, acabei conhecendo Need For Speed Undercover e Mortal Kombat Armageddon. A franquia de velocidade da Eletronic Arts, chegou com o Undercover no Play 2 em 2008, já com os consoles da geração posterior dominando. Até tomei um susto com a qualidade gráfica por, não esperar, algo deste nível. Aí,quando reparei na data, fez todo sentido. A empresa explorou ao máximo as capacidades do aparelho e entregou um produto competente e bonito de se ver, ainda hoje. O game tem aquele "Modo História" característico, mapas enormes e uma penca de carros estilosos para comprar e "tunnar". Um prato cheio.

Já Armageddon é algo curioso. O comprei, praticamente, junto com o videogame e só dei uma testada básica... e nada mais. Porém, bastou ver os anúncios dos novos packs de MK11 e pensei: "Tenho um aqui e nem joguei".Coloquei o disco na bandeja, liguei o console e falei em voz alta: "P@#$ que P@#$%! Isto é bom pra C@#$%^&!".MKA reúne as melhores coisas dos games de luta de seu tempo, uma mistura (das boas) entre o próprio Mortal Kombat, Soul Calibur e Tekken... e tudo funciona que é uma maravilha! Ed Boom e "Cia Ltda", mandaram bem demais. Além do elenco gigante (cheio de "genéricos" mas, os clássicos, estão todos presentes... ufa!), o conteúdo extra é equivalente em tamanho, coisa rara, mesmo em títulos atuais. 

Temos um modo principal que todos conhecem; o Konquest, "adventure" que explora a história do armagedom; o Motor Kombat, um bacanudo game de kart; e aversão arcade de Ultimate Mortal Kombat 3. Como se não bastasse ter um verdadeiro "Compre 1 e Leve 4",  ainda pode acessar a "Kript" e destravar itens como skins, artes, fotos, vídeos e sons. 

E não acabou ainda! Se achar 62 selecionáveis pouco, que tal, fazer seu próprio? Com o "Kreate a Fighter, um editor bem completinho, é possível criar uma gama de tipos enorme. Ryu, de Street Fighter, fazendo Fatalities? Edite-o e vá para cima dos oponentes sem dó nem piedade (o Akuma seria mais indicado, né? Dá para fazer ele também)."Agora, que não jogo outra coisa mais!" ... e tem sido assim, desde então. 

 


Master   System   -  O   Play   2   foi   tão   presente   que,   mesmo   o   Master,   joguei   emulado   nele.  As  praticidades   da tecnologia, estão aí, para isto mesmo.  

Aerial Assault  é um que, volta e meia, o revisito. Ele é muito simpático,possui uma simplicidade em seu visual que me agrada. Nada ali é exagerado, até porque, armamentos bélicos do mundo real, serviram de inspiração (na maior parte do tempo). Portanto, nada de raios laser e monstros pavorosos do tamanho da tela. 

Agradáveis também, são as melodias que acompanham a ação, a pura essência do 8 bits da Sega é escutada aqui.As fases são longas e, o desafio, fica bem afiado da segunda fase em diante. Mas, tudo bem. Os controles são precisos e não te deixarão na mão em nenhum momento. Shooter dos bons, um dos meus preferidos. 

Earthworm Jim, no Master, é uma das proezas da Tectoy. Convertido à partir da versão de Game Gear, me causou surpresa ao  vê-lo.  Aliás,   nem me lembro,   porque o selecionei no meio de tantas roms. Melhor  assim, o game conseguiu me prender. Com certeza, na tela pequena de um portatil, os gráficos se tornam melhores de se ver. 

Entretanto, numa TV (ainda mais, nas de hoje), qualquer falha, fica muito evidente. Como não há cenários de fundo, com tudo numa única cor, o visual ficou pobre. Por outro lado, se levarmos em conta o "demake", é um trabalho excepcional. A animação do Jim,mesmo com sprites reduzidos, possui boa qualidade. Ele corre, atira, se pendura e escala plataformas de forma bem fluída. Até a fase da "motoca espacial", incluiram aqui... e ficou bem decente, viu?Mas, nem tudo são flores. O hitbox equivocado, torna dificil, saber a distância do alvo porque, o que é visto, não bate com o tamanho do sprite. A "chicotada" é ruim de acertar e, a pistola, não se sabe de imediato, se está atigindo o inimigo. Até acostumar com o timing, vai passar apuro e tomar muito dano. Mesmo com esses detalhes, valeu a pena conferir o game. Recomendo!

Então, é isso!Que 2021 seja repleto de alegrias, sucesso e diversão para todos nós.

Até mais!

 

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RODRIGO

 

Saudações a todos!

2020 foi um ano tenso em todos os sentidos. Inclusive não foi um ano fácil pra se dedicar aos games, mas o que nós desfrutamos este ano?

 


Contra: Hard Corps (Mega Drive)

Definitivamente um dos melhores shoot n' up do Mega Drive este clássico da Konami. Ele aparece cronologicamente num período após a Guerra Alien (Contra 3 do SNES). Podemos escolher entre 4 heróis: o fortão, a mocinha, o lobisomem metamorfo, o robô. Uma pena é que uma das versões foi censurada colocando os 4 como robôs aleatórios. Por acaso, a versão americana é mais difícil, pelo fato de ser "tocou-morreu". E o melhor de tudo são os vários caminhos que podem levar a fases e finais diferente.

 


Mazin Saga (Mega Drive)

Tá aí um jogão que ouvi muitos elogios nas revistas da época e nunca mais ouvi falar na Internet.

o jogo que leva o subtítulo de Mutant Fighter é baseado num anime ambientado num futuro distópico: tem gelo na Índia, deserto na França, etc. e o herói de armadura e espada conta com uma bela movimentação e golpes bonitos. Destaque nos sub-chefes enormes e no Boss Battle com os lutadores em close no estilo Black Belt. Jogão!

 


Beyond Oasis (Mega Drive)

Poderia citar algum RPG que sempre falo, (sim zerei Phantasy Star 2 com muito suor) mas destaco este jogo que me divertiu bastante. O Mega tem alguns "clones" de Zelda, mas este aqui com uma pegada Beat n' up, é muito original pra ser simplificado assim.

Beyond Oasis conta a história de uma ilha em que o príncipe Ali encontra o bracelete de ouro e deve vencer o poder do bracelete de prata que traz o caos ao mundo. 

Um conceito muito legal são os espíritos conjurados pelo bracelete e para isso são necessários elementos no cenário com fontes d'água, fogueiras, etc. E alguns chefes te surpreenderão pelo tamanho e visual. Uma obra-prima 16 bits!

 

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Bom pessoal, isto é um pouquinho que temos pra compartilhar com vocês.

Esperamos que 2021 seja um ano melhor e com muita jogatina!       

 

quinta-feira, 26 de novembro de 2020

Launch Lineup - Os jogos lançados nas estreias dos consoles

Saudações amigos!

Estamos no momento vivendo a transição de gerações de consoles, indo para a nona geração com PS5 e XSeries X/S. E toda geração que sai vemos os primeiros jogos e ficamos babando com o que eles podem fazer em relação aos consoles da geração anterior, e sem sequer termos uma noção do que será atingido depois no final da geração, quando os desenvolvedores estiverem mais acostumados com o novo hardware e começarem a tirar leite de pedra dessas plataformas.

Eu pessoalmente gosto bastante de conhecer os jogos que saíram com o console, eles acabam ditando uma tendência, demonstrando o uso de recursos novos para atrair jogadores. É visível posteriormente como eles ficam defasados em relação aos jogos lançados do meio pro final da geração, mas apresentam aquele charme de novidade nas transições de uma plataforma para a outra. Apresentam os argumentos para uma criança convencer o pai de que precisa daquele novo console.

E é sobre esses jogos que quero conversar neste post.

terça-feira, 25 de agosto de 2020

Master Review - Dick Tracy (1990)















Saudações, Master Maníacos!
Tudo bem com vocês?
Voltando ao tema dos reviews, pensei em fazê-lo agora, baseado no game deste personagem bastante antigo... o Dick Tracy. Ele anda sumido mas, como a nossa pegada principal é esta mesmo, o resgate de clássicos, aqui estou.
Vamos lá, porque, o crime não não compensa!

A bela tela título do game.
Quem é Dick Tracy?

É um detetive surgido nas tiras de quadrinhos, pelas mãos do cartunista Chester Gould em 1931. Estreando em 4 de outubro daquele ano, foi distribuída pelo Chicago Tribune Syndicate. Ele o escreveu e desenhou até 1977. Uma das características principais de Dick Tracy, era a de ser difícil de ser baleado, um atirador rápido, inteligente e ter vilões de aparência grotesca. 
Nas histórias, Gould, retratava a violência urbana na cidade de Chicago, mantendo-se atualizado, sobre as mais recentes técnicas de combate ao crime, a ciência forense e aparelhagem eletrônica. Ao logo dos anos, o sucesso, levou o detetive à aparecer em todas as mídias disponíveis, como no filme de 1990 estrelado por Warren Beatty. E é aqui, que entramos! Se, na década de 30, não existia videogames, 60 anos depois, foi possível curtir suas aventuras num Master System. 

O jogo
Aquele fim de anos 80 e início dos 90, a Sega teve que se virar para suprir seus consoles, o Master System (SMS), Game Gear e o Mega Drive/Genesis. Desta forma, se encarregou, de criar os games baseados na película de cinema do defensor de Chicago. 
Numa comparação direta entre Master e Mega, a empresa, conseguiu fazer com que ficassem muito parecidas (dada a capacidade de cada aparelho), seja em jogabilidade, gráficos e sons. É fácil notar que se empenharam nisto, talvez, para que os donos do 8 bits, não se sentissem "desamparados".

Dick Tracy "tocando o terror" na bandidagem.

O jogador se desloca da esquerda para a direita, socando, atirando (Botão 1) e saltando (Botão 2). Até aqui, seria como a grande maioria dos jogos desta época mas, há um diferencial que agrega muito ao gameplay: é possível atingir elementos (bandidos, janelas, etc) que se encontram no fundo do cenário. Segurando o Botão 1, Tracy dispara sua "Tommy Gun" e, com o direcional, você guia a saraivada de balas.
Outras implementações interessantes são as fases que o detetive - "pendurado" na lateral do carro - precisa atingir meliantes vindos de outros carros, além, das de bônus. Nesta última, dentro de uma galeria de tiros, é preciso acertar apenas os bandidos e evitar atingir os cidadãos (Botão 1, atira para a esquerda e o 2, para a direita).

Gráficos, sons e jogabilidade
Ao longo das 6 fases (divididas em três áreas cada), enfrentará uma horda de gangsters vindos de todos os lados. Entretanto, o início de sua jornada, terá um desafio extra: os próprios controles. Como os comandos são um tanto "lerdinhos", precisará se acostumar com o delay. Felizmente, não é um problema tão grave que atrapalhe, por completo, a experiência.
Os gráficos são decentes, porém, apresentam muita repetição de elementos nos cenários. Em compensação, eles conseguem captar a atmosfera do filme, com seu visual cartunesco inspirado nas histórias em quadrinhos. Vale ressaltar ainda, as ilustrações (tela título, entre-fases e bonus stage) de qualidade, grandes e bem definidas. Outro ponto que merece elogios, foi terem conseguido manter o efeito de marcas de bala nas paredes, algo muito raro, de se ver num 8 bits.
Já a parte sonora, é o de praxe no gênero e cumpre o seu papel. As melodias são boas e conseguem embalar a jogatina.

Dois momentos, que o game, apresenta jogabilidade diferenciada.

Considerações finais
Dick Tracy não deixa de ser um game bacana, mesmo, com os pequenos problemas. Muitos neste período, apresentavam os mesmos "defeitos" e, nem por isto, deixávamos de jogar. Neste, pegando o timing da resposta aos comandos, você progredirá tranquilamente.
Um costume que a Sega tinha, era fazer versões diferentes entre Master System e Mega Drive. Desta forma, uma não inviabilizava a outra e, ambas, poderiam ser jogadas no 16 bits via adaptador. Entretanto, não é o caso aqui pois, no Master, é como se fosse um "demake".
Hoje, em pleno 2020, onde tudo está à mão de forma tão fácil, chega a ser ridículo afirmar certas coisas. Mesmo assim, digo que, se tiver que optar por uma única versão, encare a do "Megão das Massas". Agora, se nos colocarmos no lugar daquele moleque em 1990, que só tinha um "Master Singelo" à disposição, alguém diria que ele se sentiu frustrado? A meu ver, de forma alguma.
Até mais!

As marcas de balas ficam nas paredes, efeito raro em games da época.


sexta-feira, 24 de julho de 2020

QG Recomenda 2JogUS - 24 de julho

2 + Jogos + Underrated = 2JogUS

Final de semana com 2JogUS. O nosso encontro com jogos esquecidos e alma retrô. Vem comigo?

sexta-feira, 17 de julho de 2020

SNES How to Use: Jurassic Park (1993) - Parte III

Dando seguimento ao nosso How to Use, vamos hoje dissecar mais alguns aspectos importantes para enfim partir de vez para o jogo e seus muitos passos para finalizá-lo.

sábado, 11 de julho de 2020

QG Recomenda 2JogUS - 11 de julho

 2 + Jogos + Underrated = 2JogUS

Dois jogos pra animar o seu final de semana e olhar pra fora do mainstream. Quem sabe hoje é não uma boa hora para se divertir ou mesmo dar uma chance a um novo gênero?

Vem comigo?

quinta-feira, 25 de junho de 2020

SNES How to Use: Jurassic Park (1993) - Parte II

INTRODUÇÃO
Jurassic Park para Super Nintendo era diferente de tudo que eu tinha visto até então. Não era um Zelda (A Link To The PastSnes, 1991), mas me pareceu mais interessante que Super Mario World e diferente de hits da época como Street Fighter ou Mortal Kombat. Esse jogo tinha uma música bacana, era complicado, cheio de idas e vindas e com um mapa enorme para ser explorado. Cada nova descoberta implicava numa nova busca, sem falar no nível de dificuldade (bem alto na minha opinião).

Defeitos todos os jogos tem, ou apenas posso pensar que em algum ponto eles podem não nos agradar em alguns aspectos. Normal. Escrevi esse How to Use não com o intuito de apontar defeitos ou dissecar erros. A intenção é ajudar aqueles que assim como eu não tiveram a chance de explorar mais afundo esse jogo esquecido do Super Nintendo.

quarta-feira, 17 de junho de 2020

quinta-feira, 4 de junho de 2020

SNES How to Use: Jurassic Park (1993) - Parte I

Faz muito anos que essa coluna inaugurou aqui no QG. Lembro que quando os meninos começaram a postar eu ficava admirado com a qualidade e quantidade de material disponibilizado. E eu aqui parabenizo/agradeço Dev pelo excelente How to Use do jogo Dragon Crystal para Master System - somente após aquela leitura que pude finalmente aproveitar o game de maneira satisfatória.

Começa hoje a minha contribuição para esse espaço no QG. Espero que curtam esse conteúdo que vem sendo preparado nas últimas semanas. Não consigo nem expressar o quanto fico feliz em partilhar com vocês esse extenso material que me levou a adentrar esse universo (um dos meus preferidos da ficção) mais uma vez.