sábado, 18 de novembro de 2017

Jogos Inventados - 6 continuações que não houveram!

Essa continuação virou real!

Olá amigos!
Misturando fantasia e nostalgia, resolvi 6 continuações de jogos que não houveram para Master System. Ficou curioso? Então vamos imaginar que entramos numa realidade paralela e estamos cobrindo estes antigos sucessos!

domingo, 12 de novembro de 2017

Master Review - Robocop 3 (1993)








Saudações!
Aqui estou eu, de volta, aos reviews de jogos do nosso amado Master System. Desta vez, falaremos da versão deste console de Robocop 3. Vamos lá?

A capa nacional do game.
O Game - Baseado no filme de mesmo nome, é um porte das versões lançadas para o Mega Drive e Super NES, produzidas pela Ocean. Desenvolvido pela Eden Software e publicado pela Flying Edge, uma subsidiára da Acklaim (para driblar a cláusula de exclusividade com a Nintendo), você controla o policial ciborgue mais famoso do cinema e sai “sentando o dedo” na bandidagem.
Apesar de ser um produto licensiado, ele não é muito fiel ao que é visto na telona. A Ocean, não deve ter tido acesso ao roteiro, só à algumas informações básicas, dada às diferenças gritantes entre as mídias (“Robô Capeta com Trabuco na Mão”? Dá onde tiraram isto?!). No geral, o jogo é um típico do gênero, com ação lateral e algumas poucas plataformas para pular, sem qualquer novidade que se destaque.

Gráficos, sons e controles – Robocop 3 não é um jogo impressionante, nem nas versões mais parrudas. Entretando, para um 8 bits, ele não faz feio. Levando em conta o material de origem, a fidelidade é grande. Este, conseguiu entregar, um game acima da média, o que não rolou nos 16 bits. Explicando... considerando o que cada console é capaz de fazer, para um Master, está satisfatório, enquanto os  outros, ficaram devendo. Portanto, esta conversão até que surpreendeu, por ter conseguido reproduzir, cerca de 80% dos elementos vistos.

quarta-feira, 8 de novembro de 2017

Quebra-Pau Master










Olá pessoal! 
Tudo bem com vocês?
Estou de volta com mais uma pancadaria pixelada, direto, da "Arena Master System". Desta vez, o embate será entre Kato, o lutador de Kung-Fu presente em Pit-Fighter, e Billy Lee, o "Player 1" de Double Dragon.
Até mais e boa leitura!




sábado, 28 de outubro de 2017

GG Review - Crystal Warriors (1991)


Salve pessoal!
O que estão achando dos nossos posts do Game Gear? 
Íamos dar uma sossegada quando pintou este jogo e não desisti dele até terminá-lo. Vamos comigo com Crystal Warriors.

sábado, 7 de outubro de 2017

MD How to Use - Dragon Ball Z: L'Appel du Destiny (1994)



E aí pessoal!
Percebendo a onda aqui no Brasil em torno da série Dragon Ball Super, decidi me aventurar na versão Mega Drive da série de quadrinhos/desenho mais querida do Japão, mas ironicamente usando a versão francesa. Como? Sim é o que veremos em Dragon Ball Z: L'Appel du Destin.

domingo, 10 de setembro de 2017

GG Review - Shining Force Gaiden (1993) Sword of Hajya (1994) e Final Conflict (1995)



Salve pessoas, 
Demorou, mas prossegui nas incursões no Game Gear. E não poderia falar de um clássico do RPG para o portátil da SEGA que já abordamos que é imperdível. Cobri em post triplo Shining Force Gaiden em suas 3 versões. Sigam comigo!

sábado, 2 de setembro de 2017

Quebra-Pau Master








Saudações, pessoal!
Estou aqui agora, para trazer à vocês, essa nova maluquice saída de minha cabeça. Nova mas, nem tanto. A idéia surgiu em dezembro de 2015, com o crossover Black Belt Vs Virtua Fighter Animation, publicado aqui no QG Master. Porém, desta vez, a coisa é mais simples, "vapt-vupt" mesmo.
Veremos o pau quebrar em confrontos sem qualquer compromisso, análises ou histórias mirabolantes que as justifiquem. O único critério adotado é, se determinado personagem apareceu no Master System, pode dar as caras nesta bagaça.
Sem mais conversa, vamos logo ao que interessa: PORRADA!!! 

OBS.1: Bruce Lee não é um jogo lançado oficialmente, mas sim, um homebrew feito por fãs. Fiz review sobre ele também no QG.
OBS.2: Para uma leitura melhor, clique nas imagens.



sábado, 12 de agosto de 2017

MD Review - The King of Fighters 99 (19XX)











Saudações pessoal! 

Desta vez, farei um review para o irmão mais novo do Master System, o Mega Drive. Mas, não será de um jogo oficial, mas sim, de uma tranqueira saída de algum lugar obscuro lá da China: The King of Fighters 99. Segura aí, porque, a “parada é doida”!

Se você está na casa dos trinta e poucos anos, está ligado que, a China, solta jogos não licenciados no mundo, desde muito tempo. Quem aí não ouviu falar, ou mesmo conheceu, os mitológicos Street Fighter 2 da Yoko Soft e seu hack, Mario Fighter, ambos para o Nintendo 8 bits? Aliás, este console, foi o mais “privilegiado” neste sentido. A lista é imensa e, até hoje, surge algo novo. E não foi somente o NES, o Mega Drive também, recebe os seus.
Esses jogos são tão ruins que, para mim, acabam sendo ótimos... sempre me arrancam muitas risadas. São mal feitos em todos os sentidos, quase nada funciona direito e, os bugs, são mais corriqueiros que alguns games modernos (que precisam de DLCs para serem arrumados). Há casos raros de bons jogos piratas, que são bem feitos mas, não pode-se dizer o mesmo deste KOF.

OBS.1: Daqui para frente, verão muitos termos inventados por mim. Como não achei informações detalhadas à respeito dele, resolvi fazê-los desta forma.
OBS.2: Sim... devo ser doido. Joguei tanto essa joça que, acabei aprendendo. Rss!!!

Olhando assim... até engana.  
O Game - The King of Fighters 99 é um fighting game sem vergonha de ser ridículo e criado por uma companhia desconhecida. Segundo andei vendo em buscas na internet, a “autora do crime”, foi uma tal de X Boy. Apresenta uma engine pra lá de rudimentar, com física e colisão de sprites, totalmente descoordenados.
A seleção de lutadores é uma “belezura só”! Retiraram sprites, cenários e efeitos sonoros de vários jogos da Era 16 Bits, entre Street Fighter, Fatal Fury, Art of Fighting e... X-Men. Sim, tem um Ciclope perdido ali no meio. Essa bagunça toda resultou em “ripagens” porcas onde, vemos um Iori Yagami anão e um Takuma Sakazaki gigante, totalmente, sem padrão de tamanho e qualidade da imagem.
Os cenários são um “copiar/colar” de games diversos. Tem aqueles que ficaram bacaninhas, enquanto outros, bem pobres em termos de detalhes. No geral, até “quebram o galho” e nem são o pior deste jogo.
A trilha sonora, é terrivel! Se conhece alguns destes trabalhos chineses, já sabe o que esperar. São composições genéricas, sem qualquer inspiração (ou competência), com batidas curtas, agudas e repetitivas.

terça-feira, 18 de julho de 2017

MD Review: How to Use - Justice League: Task Force (1995)

 Olá amigos,
Tudo bem? às vezes surgem surpresas no nosso caminho e games no mínimo curiosos surgem no nosso QG. É o que posso dizer deste game, o primeiro da Justice League. Confiram comigo. 

quarta-feira, 5 de julho de 2017

Sessão do Aniversariante


 Olá pessoal, como estão? Aproveitando o dia de folga, resolvi entrar na brincadeira e indicar alguns jogos que vou jogar durante esse mês. Aproveite as férias do trabalho, da faculdade, e venha encarar esses jogos comigo!