quinta-feira, 21 de dezembro de 2017

Meme Retrogamer: O que Você Jogou em 2017?


Salve pessoal!
Parece até difícil acreditar, mas 2017 chegou ao fim. Parece consenso que não foi um ano fácil... Ou pode ser a sensação de nossa geração retrogamer, que já viveu anos melhores ou pelo menos, numa época que não tínhamos tantos problemas.

Mas a equipe mostrou-se animada para festejar o fim.  Não tivemos dos cinco presentes nenhuma hesitação em compartilhar com vocês nossos melhores momentos na telinha, foi sangue no olho e já tava lá nossa matéria feita a dez mãos, apesar do nosso consenso que todos nós jogamos menos do que gostaríamos. Vamos botar na mesa nossas dicas com cada um dos membros:


______________________________
Leo Sanchez

Fala galera! Mais um ano chega ao fim, e muitos jogos foram desbravados, novos foram descobertos e claro, num blog retro, não poderiam faltar aqueles muitos revisitados.

2017 foi recheado de boas novidades, pelo menos as que eu conheci aprovei com louvor. Vamos conferir alguns:


1. Wonder Boy: The Dragon's Trap (Indie - Playstation 4/X-Box One/PC)
O jogo que mais esperei ansiosamente para jogar foi a nova versão de Wonder Boy: The Dragon's Trap. Fiz até um review dele aqui no QG: 
E não me decepcionei. A nova roupagem do jogo é linda e vale a pena conferir esse remake.



2. Cuphead (Steam - 2017)
Acredito que esse jogo dispensa apresentações. Lançado ainda esse ano, atingiu popularidade numa velocidade espantosa. Eu confesso que aguardei muito por ele com a expectativa elevadíssima e ele não me decepcionou, jogo divertidíssimo, com lindas animações e uma dificuldade ideal para quem procura um bom desafio.



3. Sonic Mania (Playstation 4/X-Box One/PC)
Mais um que comprei na pré-venda com muita ansiedade pelo dia em que iria jogar. Mais um que não me decepcionou. Jogo delicioso, resgata toda a magia da melhor época dos jogos do Sonic. E olha que eu gosto dos jogos "modernos" do Sonic. Generations por exemplo é muito bom. Até o Lost World que muda a mecânica do jogo me agradou. Mas só Sonic Mania conseguiu fazer com que eu voltasse no tempo e lembrasse o quanto o estilo original do jogo é bom. Bom demais pra dizer a verdade. E o capricho com que este aqui foi feito: as músicas, a animação, a fidelidade...


4. Alex Kidd in Miracle World 2 (Indie – Master System)
Esse ano fomos surpreendidos novamente! Fãs do garoto orelhudo de Radaxian criaram um hack para a sequencia de um dos jogos, senão o jogo, mais popular do nosso querido Master System. Ficou muito bacana. Realmente parece um jogo oficial e eu imagino o barulho que um lançamento desse não faria na época. Pena que a Sega não pensou assim. Quanto ao jogo em si, a história é bem interessante, segue uma sequencia direta do final do primeiro jogo e após a derrota de Janken, Alex parte em sua nova jornada para resgatar o Rei, seu pai, que ainda está desaparecido. Com algumas partes secretas, novos inimigos e até novos veículos, como um aviãozinho, o jogo agrada, mesmo pecando na repetição das músicas e não tendo muitos chefões. Mas o que mais falta mesmo é que nesse jogo não temos as disputas de jokenpô. Uma pena, mas que não desmerece em nada o belíssimo trabalho de Ian Wall, o desenvolvedor do game.

5. Outros mil jogos
Dentre outros muitos jogos que joguei esse ano, destaco o excelente Batman Arkham Knight, Dishonored, vários jogos do Lego (que minha filha adora jogar junto, como Harry Potter), Alan Wake e muitos jogos do Master System, dentre eles Asterix e Land of Illusion que joguei recentemente.

É isso galera, e que venha 2018 recheado de novidades. Aquele abraço!

 ______________________________


Douglas Deiró

Olá pessoal! Como foi 2017 para vocês?
Pois é, né? Mais um ano se foi... impressionante, como a sensação de que o tempo passa mais rápido, tem se acentuado. Infelizmente, isto tem significado, menos tempo para a jogatina também.
Se a quantidade não é a mesma como no passado, pelo menos, minha diversão favorita, continua sendo os videogames (basicamente, os clássicos).

Este ano, meu destaque, nem são tanto os jogos, mas sim, os consoles. Em maio, chegou o meu novo Mega Drive, edição especial de 30 anos da Tec Toy. Além disto, também dei uma de “Professor Pardal” e consegui ressucitar meu Dreamcast. Jogá-lo depois de tantos anos, me encheu de alegria.
Vamos aos games?


Battletoads/Double Dragon – The Ultimate Team (Mega Drive)
Este é um jogo que sempre revisito, desde que o conheci em 1998, por meio de emulação. Não tive acesso à ele em sua época de lançamento, o quê é uma pena (sempre me ressinto com essas coisas).
É super divertido, ainda mais, para quem curte crossovers. A Tradewest, aproveitando que detinha os direitos de publicação no ocidente de Double Dragon e Battletoads, reuniu a galera toda para a pancadaria. Optou-se por manter as mecânicas do jogo original dos sapos guerreiros (decisão mais do que acertada), com fases de ação variadas, incluindo, a famosa “Fase da Motinha”... bem mais tranquila aqui, porém, o jogo ainda é bastante desafiador, com suas estágios longos e cheios de inimigos e armadilhas.
Perfeito para chamar um amigo e participar de um “co-op”, coisa, que só os velhos beat’n ups conseguiam nos proporcionavam.


Phantasy Star Online (Dreamcast)
Poucos jogos conseguem se manter bonitos com o passar dos anos e, Phantasy Star Online, é um deles. Por ter ficado muitos tempo sem jogá-lo, não tinha visto numa TV moderna e fiquei muito surpreso como os gráficos, eles ainda conseguem impressionar. Aliás, se uma arte é bonita, pode passar centenas de anos, que não perderá seu encanto (a Capela Sistina, no Vaticano, que o diga). 
Também não tinha progredido muito nele, coisa que remediei em parte, pois consegui avançar para o terceiro mapa desta vez. Se não fosse a missão ingrata de escoltar um cara fraco - que morre com qualquer porrada - por um mapa chapado de inimigos, teria ido mais longe... me senti em Resident Evil 4  (Entededores, entederão! Rss!!!).
Com ambientes muito bem elaborados, geração aleatória de elementos de fase, customização de personagem e uma história envolvente, faz deste jogo obrigatório para o gamer. Se tiver a chance, não deixe de experimentar, mesmo, em modo offline... vale muito a pena.

Running Battle (Master System)
Como este é o QG Master, lógico, que não deixaria o sistema de lado. Aliás, acho que foi o que mais joguei em 2017. Dentre eles, um que estava “largado na gaveta” e decidi encará-lo pra valer agora, foi Running Battle.
Este é um daqueles que, via no catálogo da Tec Toy, imaginava que fosse o máximo e, no fim, se apresentou como uma baita decepção. Esse sentimento ficou guardado por anos, porque não consegui jogá-lo naqueles áureos tempos. Mas, creio eu, que não teria causado tanto impacto negativo assim (talvez, nem causasse), dada à pouca bagagem, de quando era mais novo. A impressão que ficou é que, os programadores, não dedicaram muito tempo à ele... é truncado e com péssima colisão de sprites. Provavelmente, estavam cientes disto pois, os itens que aparecem ao longo da partida, facilitam o trabalho completamente.
Mas, com tudo o que citei, o game é uma lástima completa? Longe disto! Tem bons gráficos e trilha bacana. Até dá para “tirar uma onda” com ele mas, não espere demais, ou vai passar raiva.

Então é isto!
Que 2018 venha com tudo, com muitas alegrias e realizações à todos!
Abraço.

_________________________________


Rodrigo 

Salve, pessoas!
Este ano foi muito louco, trabalhando mais e finalizando meu terceiro livro (fazia anos que não conseguia!) que precisava dar prioridade, mas tive força de vontade para manter as jogatinas. Minha promessa em 2016 foi que em 2017 eu não ficasse só nas minhas preferencias de gênero, Fighting Games e RPG’s, mas dedicasse mais a arte dos dedos em outros jogos. É verdade que joguei menos, mas ainda assim tivemos momentos bem legais na frente do console, vamos lá:   



Super Tokussatsu Onore 4 (Indie - PC)
Todos no QG sabem como odeio jogar no teclado. Mas pirei por ter realizado este sonho de infância abrindo esta exceção.  O que dizer de jogar um game feito por fãs num grande crossover entre Jaspion, Change Dragon e Ultraseven? O estilo deste projeto feito por fãs é bem Final Fight mas há uma fidelidade tanto nos movimentos especiais dos heróis como na escolha dos vilões. E no fundo a trilha do Kamen Rider... Até o barulho das pistolas é bem reproduzido. 

Conseguiram me fazer quebrar uma das minhas regras. É verdade que a versão numero 4 que inclui Jaspion (o mais memorável dos metal heroes no Brasil), mas o jogo ainda não está 100% pronto, há outras opções como Saki de Sukeban Deka e o próprio Kamen Rider ainda não prontos, mas até o ponto que testamos promete ser um hit! Torço pela sua conclusão.



Toejam & Earl: Panic in Funkotron (Mega Drive )
Um clássico que era pura diversão, mas que estranhamente nem mais ouço dos grandes fãs. O jogo misturando black music e psicodelismo extraterrestre, parecendo um precursor do desenho Hora de Aventura

Raramente vejo um ambiente surreal de game que nos embaralha a lógica ser também tão alegre.  Ponto também para a caracterização dos terráqueos, estereótipos divertidos do cotidiano americano, do trabalhador com a britadeira até a madame dos poodles. Toejam & Earl, quem não jogou não sabe o que está perdendo, pois é muito bom. Divertido, estranho e animado. Recomendo!



Ultimate Mortal Kombat (Mega Drive)
Falei que não ia ficar nos Fighting Games, mas não deu. Pra mim, Ultimate é o mais completo mas não o melhor game da série. É apenas uma “remenda”:  diante da falha das inovações precipitadas de MK 3, só voltou ao patamar de MK 1 e 2, trazendo de volta os ninjas populares da série novamente entre outros carinhas. Dos personagens, deixei os meus comuns de escolha (Liu Kang, Sub Zero) e preferi os que dava menos bola, afinal era pra inovar, como Kano, Kung Lao e Sonya, desta versão peguei gosto por Syndel e o Rain, já Jade me deu uma certa frustração.
Como eu queria era "eliminar" alguns personagens da lista que não gosto (provavelmente, algum dos preferidos dos leitores, sorry!). Os combos automáticos que eu não estava acostumado contribuem para o aumento da dificuldade, mas acho que isso faz parte de Mortal Kombat, não?



Sonic Triple Trouble (Game Gear)
Esse ano pedi perdão ao meu mascote preferido e decidi me dedicar aos seus jogos e dentre todos os que joguei, eu curti muito esta versão 8 bits de Sonic. 

Ele parece ir no rastro de Sonic Chaos, mas este spin-off é o mais próximo do que foi o Sonic 3 de Mega Drive, trazendo o trio Sonic, Tails e Knuckles na história, quando Knuckles ainda era uma espécie de anti-herói e rival misterioso do Sonic.

A grande característica deste jogo são algumas fases em que encontramos um paredão e só com custo achamos a saída. A fase de bônus tá bem caprichada. Só o fato de ser um game Sonic já vale nossos parabéns.



Out Run (Master System)
O nosso querido Master System jamais é esquecido e foi este o joguinho que mais me diverti no sistema. Mesmo não avançando muito, Out Run me cumpre dois papéis: não me faz pular de raiva quando bato o carro, pois sinto que todas as minhas derrapadas foram “justas”; e a função de nostalgia da época dos arcades, o espírito do jogo nos traz uma alegria jovem que não vejo mais.

Menções honrosas a: Zillion 2 (Master System), Streets of Rage 2 (Mega Drive), Shining Force Remake (Game Boy Advance), Mortal Kombat 1 (Master System), X-Men 2 (Game Gear), Alex Kidd In Miracle World 2 (Indie – Master System)
 __________________________
Matheus T.
Trabalhando e fazendo faculdade à distância, me sobrava cerca de 10 horas pra estudar, jogar e dormir. Para dormir eu separava entre 3 e 4 horas, e o restante para estudar e jogar. Obviamente a maior parte deixava para estudar, já que nota 10 não cai do céu, então já deu para imaginar como foram as minhas jogatinas durante esse ano, não é mesmo? Sem ordem de preferência, vou citar aqueles que me proporcionaram boas lembranças neste ano.

The Legend of Zelda: Ocarina of Time 3D
Dispensa comentários, um clássico que me marcou por diversos fatores. Primeiro por que joguei durante as férias do trabalho neste ano, e segundo por que é a minha segunda experiência com o jogo, sendo que na primeira vez, no Nintendo 64, eu não terminei (pensa num cara cagado pra perder/corromper os arquivos de save nos emuladores, esse sou eu). Finalmente pude ver o final, agora vou ter que correr atrás do remake do Majora antes que a lua caia sobre nossas cabeças.

Trilogia Contra
Quase como um ritual, tenho combinado com o meu irmão, que também está de férias, para jogarmos pelo menos umas duas horinhas toda noite depois de chegarmos do trabalho. Aproveitamos então para fazer uma maratona, passando pelas versões do NES até o terceiro do SNES (sem konami code, hein!). Foi bacana reviver esses jogos, e o terceiro foi melhor ainda pois era um jogo que não tínhamos terminado ainda, e era uma dívida que tínhamos desde a última vez em que jogamos, isso quando ainda encontrava o jogo numa locadora perto de casa, em 2003.



Jyangokushi: Haoh no Saihai
Aproveitei as férias de julho da faculdade/trabalho para voltar com os estudos da linguagem japonesa (sim, eu pego a pausa nos estudos da faculdade para....estudar! Coisa de doido mesmo). No meio das pausas, dando uma olhada básica nos fóruns por aí, eu me deparo com um tópico dedicado aos jogos de Mahjong. Ora, como ainda não aprendi a jogar isso? Corri atrás de alguns tutoriais na internet e aproveitei para praticar terminando alguns jogos que saíram nos Arcades. Curiosamente eu parei para olhar a minha lista de jogos terminados, e adivinha qual me faltava para fechar a lista de jogos da CPS-II? Sim, um bendito jogo de Mahjong: Jyangokushi - Haoh no Saihai. Foram quase 5 horas para terminar esse jogo, e consegui! Pude dormir feliz, e agora vou poder jogar os Mahjongs erog.....não, pera.



Hatsune Miku: Project Diva F 2nd
Já não é segredo que o meu foco são jogos japoneses. Pelas outras participações dá pra perceber que meus gêneros favoritos são shmups, puzzle, JRPG e os de rítmos/musicais, como Parappa The Rapper. Não me lembro quando foi que ouvi falar pela primeira vez a respeito da famosa Vocaloid, mas todo esse conceito por trás das composições utilizando sintetizadores de voz foi algo que me chamou a atenção. E sendo um jogo musical, no estilo Arcade, recheada com músicas japonesas doidas (e com letras doidas) e com um dedo da Sega, com fanservice pra todo lado, como poderia ser ruim?
E devo dizer, sim,  o jogo é excelente. Sendo um jogo no estilo Arcade, o mesmo não possui nenhum modo história ou coisa do tipo. É ligar, escolher a música, a dificuldade e jogar. Ou seja, era um jogo perfeito para mim.
E cara, que jogo viciante! Tão viciante que, durante as primeiras semanas, eu virei várias noites jogando até o amanhecer. E se prepare, pois as músicas são daquelas que fica na tua cabeça a ponto de fazer liberar espaço na memória do celular para colocar os quase 300MB da OST do jogo para ouvir no caminho do trabalho. E falo sério!
Para quem gosta de jogos com muitos conteúdos para desbloquear, Project Diva F 2nd é um prato cheio, com mais de 30 músicas, roupas e acessórios para comprar com os pontos adquiridos no jogo (sem cartão de crédito aqui, EA). Para quem é fã da Sega, vai se deparar com algumas homenagens como a roupa da Arle Nadja (Madou Monogatari/Puyo Puyo) para Kagamine Rin e a roupa da Sarah Bryant (Virtua Fighter) para Megurine Luka. Ou seja, é um jogo pra ninguém botar defeito.
_______________________________


Adinan

Saudações galera!

Com a correria do casório sobrou pouquíssimo tempo para jogar, com isso 2017 foi um ano escasso de RPGs e jogos longos para mim... até testei alguns mas me dedicar de verdade esse ano foi impossível. 

Assim restaram jogos mais arcade para jogar em 2017. Sem mais delongas, segue a minha lista:

---

Cuphead (Steam - 2017)

O que falar desse jogo que mal conheço e já o considero pacas? Na minha opinião foi o melhor jogo indie do ano, disparado!

Cuphead a princípio não apresenta nada inovador em termos de gameplay: bebe de ótimas fontes como Contra e Megaman para proporcionar um Run'n Gun competente e desafiador.

Mas com gráficos e trilha sonora belíssimos simulando cartoons dos anos 30, excelente jogabilidade e o foco maior em Boss Battles (adoro batalhas contra chefões!) , sem contar a dificuldade acentuada porém justa e viciante (perdi a conta de quantas vezes morri nesse jogo, mas dificilmente desisti de jogar mesmo morrendo diversas vezes num mesmo chefe). Cuphead é simplesmente um novo clássico!

Vale muito a pena conferir, principalmente retrogamers fãs de Contra ou de jogos difíceis e de memorização de padrões. É difícil não erguer os punhos pro alto em comemoração após finalmente derrotar aquele chefe maldito que te derrotou infinitas vezes. Jogão!

---


Super Mario Run (Mobile - 2016)

A primeira aposta da Nintendo nas plataformas mobile. A galera ficou na expectativa por esse jogo. Mas quando saiu com o preço de $10.00 (R$ 40,00 no Google Play) o público acabou desanimando. Até porque os jogadores mobile estão mais acostumados com jogos free to play ou de no máximo $5.00 e olhe lá.

A Nintendo considerou o jogo um fracasso de vendas, uma pena porquê embora seja um pouco mais caro, os poucos que se arriscaram a pagar esse valor encontraram nele um ótimo endless runner, com aquela pegada Nintendo que nós retrogamers já conhecemos: lições de game design, fases criadas com o maior cuidado para te ensinar a jogar sem ficar frustrado, desafio na medida certa, e uma boa pitada do charme Nintendo que nos conquista desde os anos 80.

Recentemente a Nintendo adicionou um novo modo de jogo, o Remix 10 onde o jogador precisa passar por 10 pequenos trechos de fases do modo normal ou criadas especificamente para esse modo de jogo, na tentativa de pegar a maior quantidade de moedas especiais possíveis. Um modo simples porém viciante! Tenho perdido boas horas de viagem jogando o Remix 10, muito divertido!

---


Wonderboy in Monsterland (Arcade - 1987)

Pra finalizar, um jogo retrô que dispensa apresentações neste blog. Joguei muito Mônica no Castelo do Dragão ou o original Wonderboy in Monsterland no Master System, mas poucas vezes me aventurei na versão de Arcade ou nos demais ports em outras plataformas. Esse ano, devido a correria, acabei jogando bastante Monsterland, para saciar a vontade de jogar RPG mas num jogo onde eu não precise me dedicar e me prender por infinitas horas.

A versão que acabei me dedicando mais foi a do Arcade, que eu costumava evitar devido a alta dificuldade. Mas agora que peguei as manhas ficou até difícil voltar a jogar a do Master. A dificuldade é alta mas com treino as vitórias são possíveis, e muito recompensadoras. E tem alguns elementos que no Master ficaram de fora...sabem aquelas moedas que ficam escondidas no ar e que precisa pular nesses pontos para encontrá-las? No Arcade, quando você pula movendo os direcionais para a direita e para a esquerda rapidamente, você ganha além das moedas escondidas mais 60 moedas de bônus! Tem que apertar direita e esquerda insanamente para dar certo (na versão de PS3 e X360 tem um botão só para isso) mas funciona e ajuda muito para conseguir comprar os melhores equipamentos antes do castelo do dragão Meka. Além disso o jogo tem mais músicas, gráficos melhores e até alguns inimigos que ficaram de fora no Master e apareceriam somente no Dragon's Trap.

No geral, para nós Master maníacos que conhecem Monsterland melhor do que o próprio bairro, vale muito a pena conferir a versão de Arcade. Ela está a venda para os consoles da geração passada numa coletânea que inclui MonsterWorld 3 (Mônica na Terra dos Monstros) e o inédito MonsterWorld 4 que até então era exclusivo do Japão.

---


E é isso amigos, espero que tenham gostado dessa lista! Assim que eu zerar Cuphead (vou conseguir, mesmo morrendo trocentas vezes kkk) vou comprar também Wonderboy the Dragon's Trap e instalar o mod da Turma da Mônica. Abraços :)

_________________________

Ufa, quanto Jogo! 
E aí, pessoal, como foi seu ano gamer? Estamos encerrando os trabalhos até janeiro. (Que longe!!) 
Você curte alguns dos jogos falados? Conte pra gente. 
Desejamos a todos nossos leitores boas festas!!! 

24 comentários:

  1. Aí sim pessoal! Ótimos jogos! Vou comentar um de cada:

    Leo, Wonder Boy the Dragon's Trap tá lindo demais! Tô me segurando pra não comprar porque quero zerar o Cuphead, mas o King Dice tá osso então é capaz de eu comprar o Dragon's Trap pra desestressar kkk

    Dreamcast é vida! Muito bom ter ressuscitado ele Douglas! O PS Online não foi muito minha praia na época mas se um dia tiver a possibilidade vou dar uma chance, acabei gostando do PS online no PSP.

    Rodrigo, fiquei muito interessado no Super Tokusatsu Onore 4! Já vale só pelo Jaspion, fico imaginando meu eu criança enlouquecendo se existisse esse jogo na época kkkk

    Matheus, tô com um save de Zelda Ocarina 3D que larguei há um bom tempo, preciso voltar a jogar. Esse remake pro 3DS ficou muito bom!

    É isso amigos, obrigado Rodrigo por montar esse post! Abraços a todos e boas festas!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Eu me esbaldei com o jogo, Adinan! Testei todos os golpes igual criança e cai matando os soldados Ridler do Changeman! rssrs Tá tudo lá, até o especialzinho que ele vira uma bola de energia e ricocheteia. A versão 0.3 tem o Change Pegasus (o meu favorito) e a Saki que parece ter sido moldada na Cammy, tem até uma fase na Changemoto. Recomendo, mesmo incompleto.

      E eu que tenho que agradecer Adinan, vocês nem pensaram duas vezes, mesmo com nossa rotina menos generosa, e fizemos o nosso especial de fim de ano. É o momento que mais gosto disso aqui.

      Muito obrigado, amigão! Boas festas!

      Excluir
    2. kkkkk boa ideia Adinan, compre o Dragon's Trap pra desestressar, pq perto do Cuphead é como passear num parque de diversões... suave... rsrs

      Excluir
  2. Belos jogos esses ai pessoal que vocês jogaram no ano 2017 depois vou postar os meus por aqui tenho que terminar uns jogos que ainda estou jogando.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Opa! Você é sempre bem vindo aqui, Rock!
      Queremos ver sua lista com prazer!!!

      Excluir
  3. @Leo só jogo Top! Eu quase coloquei na minha lista o Alex Kidd 2. O criador é fã como nós e usou o que mais gosto no jogo. Recria sem mudar nada. Só podia ter o jokenpo.
    Agora, o Cuphead estou em falta. Parece jogo do jeito que gosto e ainda não mexi.o Dragon Trap Remake eu joguei um pouquinho e achei demais a visão de tornar original um cenário conhecido. Agora o Sonic Mania... gamei nisso. Tô num momento bem pedindo Sonic Mania.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Pois é Rodrigão, se tivesse o jokenpo ia ficar perfeito. Sonic Mania é divertido demais. Quanto ao CupHead... não perca tempo, corre jogar que vc vai gamar.

      Excluir
  4. Linda lista galera! Só jogão mesmo! Destaque para Alex Kidd Miracle World 2 e o Sonic Triple Trouble =) JOgaçossssss! Parabéns galera do QG! E bora jogar mais em 2018! Grande Abraço. Ivo.

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Valeu Ivo!! Falou alguns dos meus preferidos desta lista. Delicia de jogar!! Feliz 2018 de muita jogatina! Abraços.

      Excluir
  5. Todo mundo do blog jogou ótimos jogos, mas o Douglas se destacou para mim quando eu vi um dos jogos no qual sou mais apaixonado na minha já velha vida gamer: Phantasy Star Online.
    Esse jogo foi minha primeira experiência online com consoles de mesa e ainda a considero a mais importante.
    Tenho uma estima absurda por esse jogo e o considero uma obra ímpar no mundo dos games.

    Vem cá Douglas, me dá um abraço!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Obrigado pelo comentário, eu mesmo ia comentar a seleção do Douglas, e Phantasy Star, embora não se assemelhe a série clássica é um jogão no qual estreei também a interatividade online. Parabéns a ele pela escolha!

      Excluir
    2. Hehehehe!!!
      Valeu, Eduardo!
      PSO é um dos jogos mais emblemáticos para mim. Surgiu numa época que, já não me empolgava tanto, com os games mais modernos. Pensava que estavam perdendo suas essências, em troca, de mero apelo gráfico. Acabou me mostrando que, se os profissionais envolvidos, realmente se dedicaram "de corpo e alma" num projeto, coisas lindas ainda podem ser criadas.
      PSO está em uma categoria que chamo de "Jogos Eternos", pode ser jogado em qualquer época que, ainda, agradará.
      Abraço!

      Excluir
  6. E voltando ao @Douglas, os demais jogos são demais. Esse crossovers dos Sapões/irmãos Lee eu vi muito meus primos jogarem. Gosto que o crossover inclui os vilões. Adoro o Abobo. Rs Agora o Running Battle foi um dos ultimos que aluguei na época e nào ignorando as colisões que me chatearam, me diverti com aquele clima de filme da Tela Quente nos anos 90. Ótimas escolhas!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. BT/DD é super divertido, não importa a versão (talvez, não a de Game Boy). O timming da Tradewest, em lançá-lo, foi perfeito.
      Running Battle é aquele caso de, na sua época, ninguém nem repararia nesses "defeitos" e jogaria do mesmo jeito, se divertindo horrores. No meu texto, até disse algo assim.
      Agora, me incomoda um pouco, certos reviews de uma galera que nem era nascida naquela época. Descem o pau nesses detalhes técnicos nos jogos antigos.
      Vou até pegar pesado aqui, afirmando que, essas pessoas, não tem bagagem para isto, por não ter jogado tal game em seu próprio contexto de época. Recentemente, vi um video no You Tube sobre Double Dragon (não vou citar o canal). Mas o rapaz nasceu em 1990 e, teve contato com o jogo, por volta de 1996. Ele reclamou do "pisca-pisca" de DD e o comparou com Streets of Rage, ambos, do Master System. Achei um comentário um tanto equivocado, uma vez que, DD, é um jogo com 2 Megas de 1988 e SOR, tem 4 Megas e foi lançado em 1992 (e nem tem multiplayer). Quatro anos é uma eternidade em informática.
      O recurso do "pisca-pisca" (o flickling) foi muito utilizado nos jogos de 8 bits. Naquelas frações de segundos, as imagens dos sprites eram revezadas na tela, poupando banda de dados. E outra, ninguém reclamava deste detalhe... eu, pelo menos, não conheço quem tenha se incomodado, até porque, não atrapalhava em anda a jogatina.
      Há ainda os que reclamam da jogabilidade de DD. Como no arcade, é um jogo cadenciado e não é para "esmagador de botões". Tem que entender como bater no oponente... dá até pra fazer "combinhos", se tiver a manha. Joguei tanto esse que, um dia, poderei fazer algum tipo de "Guide - How to Spunk the Black Warriors" neste game. Rss!!!
      Pra finalizar (que ficou grande demais), a principal razão do jogo existir é entreter. Se ele conseguiu, é missão cumprida.
      Abraço.

      Excluir
    2. Matou a pau!!
      "Charles, o mundo não é mais como antes"...
      Está corretíssimo amigo, na compreensão da época e em não citar o canal. Somos éticos! A comparação é descbadida porque sabemos que cada ano eles aperfeiçoavam 1 fator. O piscar, eu sei que conviver com isso me faz incomodar menos... ocorria nos 2 players de NES e ninguém se queixou nem o Tartarugas Ninja, que foi super elogiado.
      Já quero este Guide do DD! Vai ser demais, fiquei ansioso! Acho que nós old school ainda temos algo a dizer!
      Abraços!

      Excluir
  7. @Matheus, comentando tua lista. Sei dos teus gostos! Rss
    Não conheço game Zelda ruim, deve ser porque joguei poucos, mas é legal ver a atualização do personagem. Acabei de ver o 1 e olho a diferença pra esta versão. O Contra é uma das minhas queixas por estar longe de um Nintendinho, nunca mais joguei, o Hard Corps é bem diferente e sinistramente difícil.
    Jogo de mahjong, pra mim ê o que passo mais longe da tua lista. Rss
    Agora, Hatsune Miku é um estilo de jogo que gosto da ambientação, mesmo que eu nào curta desbloqueios. Abraços.

    ResponderExcluir
  8. E finalmente, @Adinan, seus games achei bem gosto certo e sem surpresas. O Cuphead, percebi comi é consenso de game bom quetraz alguma nostalgia pelo estilo. O Super Mario Run tem essa mesma dos preços afastarem quem joga de graça sem compromisso. Não joguei este ainda. Agora, Monsterland sempre ouvi a fama de bosses invencíveis no arcade. E o hub do jogo pra mim fica melhor. É um dos que mais gosto de jogar, embora confesso que em 2017 só joguei 1vez, até o Castelo.
    Ótimad escolhas e vamos bombar em 2018! Abraços!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Opa valeu @Rodrigo! Cuphead é difícil pacas mas vale a pena. Além da nostalgia do estilo gráfico, a dificuldade nos faz voltar aos 8-bits quando suavamos de tensão por causa daquele chefe semi-impossivel, mas a satisfação de derrotá-lo era ainda maior!
      Agora me viciei no Monsterland de arcade. Ainda não consigo zerar sem gastar umas fichas mas ele é zeravel depois que pega as manhas dos chefes. O gorila que joga pedras por exemplo, tem que ficar na cola dele e atacar insanamente na tentativa de prendê-lo no canto, se ficar dando só uma espadada antes dele pular pro outro lado acaba perdendo tempo e a ampulheta vai comendo os seus corações. Pegando essas manhas o jogo fica bem interessante e divertido.
      Abraços!

      Excluir
  9. Galera do QG jogou excelente títulos, mas o Super Tokussatsu Onore 4 que o @Rodrigo listou, eu desconhecia totalmente. Cara, que incrível!! Um beat'n up com Jaspion e companhia! Preciso jogar isso, hahaha!

    Fiquei surpreso com o @Matheus T., mesmo com um cronograma apertado ele ainda terminou Zelda entre outros. Preciso criar vergonha na cara e terminar algum Zelda!!

    É muito bom ver todos vocês participando do Meme! Tem algum tempo que não os visito, mas ver que ainda jogam e o blog continua ativo é muito bom!!

    Forte abraço a todos!

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Fala Woo! Bom te ver aqui também! Esse do Tokussatsu acho que é uma vontade que todos tinhamos (pois este modelo de herói em games, só vi o Ultraman e aqueles americanizados, tipo, Power Rangers). Vai ter review desta belezinha em breve! Parabéns aos desenvolvedores.

      Quanto a estar na ativa, sei que é difícil pra todos, mas estamos aí! Gerando conteúdo, seja na nostalgia, seja nas novidades independentes. Enquanto tiver um Reply, algumas visualizações, estaremos aqui. Heróis da Resistência! hehehe!

      Grande abraço!!

      Excluir
    2. Pow, não irei perder esse review quando sair!!

      Poxa, fico imensamente feliz que continuem gerando conteúdo. Realmente é um processo trabalhoso, principalmente quando se tem família e outras prioridades, hehehe!

      Desejo sucesso a vocês!!

      Excluir
  10. Esses são os jogos que andei jogando e zerando no ano de 2017 teve mais uns dois que não consegui colocar nessa lista então vamos lá :

    Game Boy – Yogi Bear , Kirby Dream Land 2 , Aveninging Spirit
    Game Boy Color – Dragon Quest Monster , Batman Beyong Return of Joker , Pocket Bomberman , Bomberman Pocket
    Neo Geo Color – Sonic Pocket
    Game Gear – Sylvan Tale , GG Alest , Psych World
    Nes – Legend of Zelda , Legend of Zelda 2 , Batman Return , Adventure Island , Big Nose the Cavernan
    Master System – Shinobi , Castle of Illusio , Lord of the Sword
    Pc Engine – Jack Chan Action Kung Fu
    Mega Drive – Cadash , Elemental Master
    Snes – Dragon Quest 3 , Alcahest
    Psone – Vandal Hearts , Assault Retribution , R – Types , Gungage , Raystorm
    N64 – Winback
    Game Boy Advanced – Castlevania Aria of Sorrow , Mega Man Zero
    Psp – Ultimate Ghost n Globin , Ikkikousen Shining Dragon
    Nintendo ds – Summon Night Twin Age , Sand of Destruction , Viewtiful Joe Double in Trouble , Dementium the Ward , Izuna , Legacy of Ys Book1 e 2
    Ps3 – Ratchet and Clank Future Tools of Destruction
    Xbox 360 – Majin for the Forsaken , Lost Planet Colony , Dead Space , Dragons Dogma , Army of Two Devil Cartel , Mirror Edge
    Android – Sword of Xolan , Dark Reaper Shoot , Dan the Man

    ResponderExcluir
    Respostas
    1. Adorei a lista, Rock!!
      Vou destacar alguns:
      O Zelda de NES vou estrear agora, já que estou emulando pra G. Boy Advanced alguns títulos do nintendinho. Aliás, o Megaman Zero acabei de emular também.
      Os de Master e GG todos eu gosto, mas este ano irei de Lord of Sword e procurar o Sylavan Tale.
      Tô criando coragem pra começar o Dragon Quest, quem sabe?

      Abraços!!

      Excluir
    2. Esse Sylvan Tale é um action rpg bem divertido você vai gostar vale bem apena jogar esse jogo viu.

      Excluir