terça-feira, 3 de janeiro de 2012

Master Catálogo - Jogos de RPG


Saudações galera! E aí, como foram as festas de final de ano? Preparados para 2012, o último ano da Terra segundo os Maias? =P

Como prometido, novo Master Catálogo, e neste aqui vou tratar de um gênero popular, odiado por poucos e amado por muitos: Role Playing Game, ou simplesmente RPG.

Os RPGs eletrônicos surgiram em meados da década de 70, nos computadores mainframe, inspirados pelo clássico RPG de mesa "Dungeons & Dragons". O gênero foi adquirindo fãs com o passar do tempo, ganhando popularidade ainda maior com Final Fantasy VII para Playstation. No Japão, o sucesso de um console é definido pelos RPGs em sua biblioteca, tamanha a popularidade do gênero por lá.

É verdade que o Master possui poucos títulos de RPG, mas o console não faz feio e possui em sua biblioteca bons títulos, inclusive um verdadeiro clássico do gênero!

Assim, deixemos de papo e vamos ao Master Catálogo de hoje!



Definindo jogos de RPG

Você leitor provavelmente esbarrou com uma ou mais discussões sobre o clássico The Legend of Zelda ser um RPG ou não. Pode parecer bobagem, mas definir que jogo pode ser considerado um RPG é bem mais complicado do que parece.

Andei pesquisando bastante sobre o assunto, desde a definição até a tal da controvérsia com Legend of Zelda. Para quem quiser se informar, seguem os links abaixo:
E qual foi a minha conclusão? A princípio pensei em simplesmente limitar este catálogo com os jogos de RPG tradicionais. Mas depois de algumas partidas de Golden Axe Warrior e Wonderboy III, não há como fechar os olhos para os elementos de RPG presentes nesses jogos. Os números não estão lá, mas ainda temos interação com personagens não-jogáveis (NPCs - Non Playable Characters), customização de personagens e até o amadurecimento do protagonista no decorrer da aventura. Shigeru Miyamoto idealizou o Legend of Zelda original como a história de um garoto inexperiente que, ao final da aventura, transforma-se em um espadachim preparado para derrotar o grande vilão.

Assim resolvi não me preocupar muito com isso, e dividi o catálogo em duas partes. No post de hoje tratarei dos RPGs "puros", os jogos que seguem à risca a definição. No próximo post, falaremos sobre os jogos que misturam RPG com outros gêneros, mas que apesar disso ainda apresentam uma boa experiência RPG para os jogadores.




Títulos da primeira parte
  • Dragon Crystal
  • Heroes of the Lance
  • Miracle Warriors
  • Phantasy Star
  • Ultima IV
  • Y's: the Vanished Omens
Os jogos deste post são os RPGs mais tradicionais, com ganho de experiência, evolução de personagens, telas de estatísticas e bom foco na história. Temos alguns representantes de Action RPGs aqui, mas a batalha por turnos é o que mais predomina nos jogos desta primeira parte.



Dragon Crystal (1991)


Um sólido representante do estilo Roguelike. Neste jogo, temos um cavaleiro que deve enfrentar labirintos bem abstratos, derrotando monstros e adquirindo tesouros, comida e equipamentos.

Um aspecto interessante é que no decorrer do jogo o herói adquire um ovo de dragão. Esse ovo acompanha o herói e com o passar do tempo se choca, nascendo um filhote de dragão que cresce com o decorrer da aventura.

É um jogo bem repetitivo, e possui a frustração característica de jogos Roguelike: como tudo é randômico, muitas vezes temos que contar com a sorte para que o labirinto atual tenha comida e equipamentos certos, caso contrário o personagem estará encrencado. A SEGA até que se esforçou para amenizar bem esse problema, mas no geral o jogo é bem difícil e algumas vezes frustrante. Mas para quem é fã do gênero, ou simplesmente quer um joguinho de calabouços bem rápido e descontraído, Dragon Crystal é uma ótima opção.

Heroes of the Lance (1991)


Um dos muitos ports do jogo original para Amiga. Baseado em um livro de Advanced Dungeons & Dragons, Heroes of the Lance é um Action RPG que conta a aventura de 8 heróis que juntos partem para a cidade devastada de Xak Tsaroth com o objetivo de derrotar um dragão e recuperar os lendários Discos de Mishakal.

Diferente da maioria dos RPGs, Heroes of the Lance é um sidescroller. O jogador controla um herói de cada vez, podendo alternar entre eles de acordo com a necessidade. A mulher do grupo, Goldmoon, possui magias úteis para curar e ressuscitar heróis, enquanto que Caramon é um guerreiro forte e mais adequado para enfrentar os inimigos.

O jogo é considerado pela maioria como um dos piores games da história, e realmente tem muitos problemas aqui, como a jogabilidade travada, péssima detecção de colisões e interface bem confusa. A idéia é bem bacana e acaba divertindo depois que se pega o jeito, mas no final do dia há opções bem melhores.

Miracle Warriors: Seal of the Dark Lord (1987)


Este jogo foi lançado originalmente para o MSX no Japão, com o nome "Haia no Fujin". Aqui controlamos um cavaleiro convocado pelo rei para derrotar Terarin, uma demônia que curte ficar de topless e liberou vários demônios pelo reino. Para isso, o jovem cavaleiro precisa encontrar mais 3 aliados (um guerreiro, um pirata e uma amazona), e também encontrar as armas místicas necessárias para derrotar Terarin.

O que eu curti neste game é o fato de não ser extremamente linear, permitindo que o jogador possa caminhar pelo mundo todo do jeito que quiser. É claro que quanto mais distante você caminhar, mais fortes são os monstros. O jogador encontra também mercadores e viajantes, podendo conversar com eles ou matá-los. O problema é que matar monstros e viajantes afeta a fama do grupo.

Infelizmente, Miracle Warriors possui alguns inconvenientes de RPGs antigos: a interface é bem antiga e a evolução dos personagens é bem lenta, deixando o jogo bem mais longo do que deveria ser. Há momentos frustrantes onde o jogador se sente perdido sem saber o que fazer em seguida. Mesmo assim, Miracle Warriors é um jogo altamente recomendado para quem curte jogos não-lineares e RPGs antigos.

Phantasy Star (1987)


Um clássico obrigatório do Master System! Neste game, cuja trama foi elaborada por Rieko Kodama e a programação mais pesada foi feita pelo lendário Yuji Naka, a jovem Alis deseja vingar a morte do irmão Nero, vítima da ditadura de Lassic. Para isso ela deve reunir guerreiros dispostos a enfrentar o tirano governante.

A aventura se passa em 3 planetas do sistema solar Algol, e no decorrer da aventura o jogador deverá visitar esses três planetas, cada um com sua cultura e clima. Some à isso personagens marcantes, uma deliciosa mistura de fantasia com ficção científica, e assim temos um verdadeiro épico à frente de sua época.

Talvez alguns torçam o nariz para o sistema de batalhas que é bem básico. Mas perto de Dragon Quest o sistema é bem satisfatório para a época e diverte bastante. Vale a pena mencionar também as dungeons em primeira pessoa, que demonstravam as habilidades de Yuji Naka em tirar leite de pedra dos consoles da SEGA.

Enfim, se você leitor não jogou Phantasy Star, não sabe o que está perdendo. Mesmo nos países onde o Master System não fez sucesso, o jogo está sempre presente na lista dos melhores RPGs de todos os tempos. Por mais que eu fale, só jogando para ver o quão bom é este jogo. Quem jogou tem ótimas memórias deste clássico.

Para a alegria dos brasileiros, a Tec Toy traduziu esse jogo para o português. Não é a melhor das traduções, mas pelo menos não deixava de fora os jogadores que não jogavam RPGs por causa da barreira do idioma.

Ultima IV (1990)


Clássico dos WRPGs (Western RPGs) que recebeu um excelente port para o Master System. Aliás ele supera e muito o original para PC em termos gráficos e sonoros.

Neste jogo, o mundo de Ultima quase foi destruído, mas agora o povo precisa de motivação para levar suas vidas adiante e reconstruir seu planeta. Assim o jogador é convocado pelo rei supremo, Lord British, para que se aventure pelo mundo e torne-se um exemplo para o povo.

O jogo apresenta conceitos bastante complexos para a época, como alinhamento do personagem entre o bem e o mal, diálogo rico onde é possível perguntar o nome de uma pessoa, sua profissão e detalhes pessoais, podendo assim engajar uma verdadeira conversa. Logo no começo do jogo, eu aloprei uma mulher grávida dizendo que eu era o pai da criança, e ela ameaçou chamar o marido para me dar uma sova.

Como todo WRPG, esse jogo é pauleira! Mas com dedicação e uma boa leitura do manual-livro, é possível se divertir muito com este jogo. O mundo de Ultima IV é bem rico e cheio de detalhes políticos e religiosos, e a idéia de se tornar um exemplo a ser seguido pelas pessoas faz deste game uma aventura única que vale a pena ser conferida.

Y's: the Vanished Omens (1988)


Um port competente do clássico dos PCs japoneses, Y's: the Vanished Omens é um dos precurssores do gênero Action RPG, e um dos mais divertidos também! Na pele de Adol (Aron no Master System), o jogador deve livrar a ilha de uma maldição que a isola de todo o restante do mundo.

O mais legal de Y's é seu cenário complexo, com direito a aspectos religiosos como as deusas que regem o mundo, os lendários sacerdotes e seus livros que descrevem o mundo de Y's, e um sacerdote malígno que pretende destruir a obra das deusas. Além disso, o jogo conta com alguns dos personagens mais carismáticos da história dos RPGs, como Goban o ladrão, Sarah a vidente, a misteriosa Feena e a flautista Leena, entre outros.

A batalha é um tanto confusa, consistindo em empurrar os inimigos de um determinado ângulo para causar dano, mas depois que pega o jeito o combate fica muito divertido. A interface é bem simples de navegar e o mundo de Y's, embora relativamente pequeno, é bem rico em detalhes.

Este jogo é fortemente recomendado para quem curte um bom Action RPG. Além disso, o nosso amigo Matheus está escrevendo um Master Guide caprichado sobre este game. A primeira parte pode ser lida aqui, e em breve tem mais!



E por hoje é só, pessoal! Espero que tenham curtido este meu primeiro post de 2012. Quais jogos desta lista você já jogou? Zerou algum destes jogos? Teve experiências legais e/ou traumatizantes com os RPGs do Master? Escreva nos comentários!

Abraços, e até o próximo post. =)

15 comentários:

  1. Muito bom como sempre, e muito bem cuidado o post. Cara, eu pedi tanto para meu pai/mãe comprarem Ultima IV após ter jogado Lord of the Sword, Phantasy Star e Spellcaster (nesta ordem) que acabei ganhando. Mas aí me dei mal com a dificuldade insana para um garotinho de 12 anos. Mas foi uma delícia conhecer os Ultimas do MS-DOS poucos anos depois (1994) quando finalmente consegui ter um PC. "Olha só, tem Ultima IV para PC também!" Ahahahah, conhecer western RPG pelo Master System, imagina só...

    Aguardando a próxima parte!

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  2. Muito legal Adinan! Um post excelente. Ah e obrigado por linkar a minha experiência com Phantasy Star =D
    De todos listados aqui, falarei o óbvio, mas não tem como negar, Phantasy Star é hors-concours. O melhor de todos do mundo, rs
    Também tenho que adimitir minha quedinha por Y's, que aumentou ainda mais depois que o Matheus começou o Master Guide. Gosto muito.
    E a minha maior frustração fica por conta de Heroes of the Lance, nunca, mas nunca mesmo, nem nos tempos de hoje com emulador eu consegui entender e jogar esse jogo. É um pecado que preciso me redimir.
    Assim como disse o Eric: Aguardando a próxima parte!
    Abraço.

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  3. Acho que não tem jeito: minha passagem pelo planeta terra terá sido incompleta caso eu não jogue Phantasy Star. Mas vou optar pela versão em inglês para aproveitar a oportunidade de aprimorar meu inglês. Excelente post. Parabéns!

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  4. Jogos muito clássicos esses hein post bem legal esse Adinan .

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  5. Sempre wuis jogar Y'S. E Miracle Warriores parece ser ótimo. Caramba, esses jogos todos davam para fazer uma pessoa ficar meio ano jogando. Não é pouco não.

    E seus master catálogos são os melhores posts que eu encontrei sobre jogos antigos.

    Parabéns.

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  6. Esqueci o Dragon Crystal. É viciante! Torci o nariz no começo, mas depois me obriguei a jogá-lo e é um dos poucos jogos que eu não gostaria de jogar em emulador. Sorte que meu irmão tem ele aqui em casa.

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  7. Poxa, Phantasy Star foi paixão a primeira vista... quantas recordações...
    Já Heroes of the Lance pode não ser lá estas coisas, mas com a escassez de jogos neste gênero para nosso querido SMS este jogo mereceu algumas locações, hehe

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  8. Belo post!
    Eu possuo o Phantasy Star e o Última IV completos em casa, e me lembro que quando ganhei (qdo era criança) eu achava simplesmente os piores jogos que já tinha jogado, pois lembro que na época meu pai viu nos classificados o jogo Double Dragon para vender, e este era jogo mais sonhado em ter (por conta de ter jogado uma vez no vizinho e ter achado o máximo). Pois bem, fomos comprar o Double Dragon e chegando lá, o cara tinha mais dois jogos para vender que a gente desconhecia: Phantasy Star e o Última IV. Perguntamos se era bom para o rapaz, e ele respondeu que era, mas tinha que gostar do gênero. Mas como não sabia o que era RPG, levamos os três! Chegando em casa, que decepção! Rsrs...
    Mas hoje vejo que são ótimos títulos e o Phantasy Star está na minha lista de jogos para terminar este ano! =)
    Mas enfim, estou ansioso para ver a próxima parte do post. Muito legal! Parabéns!

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  9. Quanto a seleção a minha ressalva fica para Heroes of the Lance << isso não é um jogo. Eu já tentei muito (e olha que gostava de Ad&d na minha adolescência). Ou então a gente inclui Heroes of the Lance na lista de jogos como ET (atari) e Superman (N64). Essa lista vai dar o que falar... hehe

    Bela matéria!

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  10. Muito bacana o post, Adinan!
    Eu sou um herege mesmo, nunca joguei nenhum desses jogos. Tirando Phantasy Star, é claro!
    PS é para mim o melhor jogo do Master. Disparado. Foi o primeiro RPG que joguei na vida e acabou despertando minha curiosidade para muitos outros.
    Miracle Warriors eu lembro de ter tentado jogar e algo me fez desistir dele. Não lembro exatamente o porque.
    Os demais, como disse, nunca joguei. Mas Ultima IV e Y's me deixaram um pouco curioso, pra falar a verdade.
    Entro para a lista dos que estão aguardando a próxima parte! :)

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  11. Valeu pessoal! Em breve começo a segunda parte deste catálogo! =D

    @Eric Fraga
    Opa, valeu! Pois é, quem diria que o Master teria um WRPG em sua biblioteca, e com direito a um manual-livro. E conseguiram adaptar muito bem a jogabilidade do original, gostei muito desta versão.

    @Leo S.
    Valeu Leo! Phantasy Star para mim é o melhor RPG dos 8-bits, nem o Final Fantasy III conseguiu superar o charme desta obra prima da SEGA. Quanto ao Heroes of the Lance, acho que você não perde muita coisa por não jogar ele. Mesmo para quem curte AD&D é um jogo bem fraquinho.
    Abração

    @GPSCouto
    A versão em inglês é a melhor mesmo, até porque a tradução da Tec Toy não é das melhores. Mas de qualquer forma, jogue porque esse jogo é obrigatório para todo amante de RPG.

    @aki é rock
    Valeu, amigo!

    @Leandro Moraes
    Opa valeu! Concordo, Dragon Crystal é um joguinho bem viciante. A Tectoy que não é boba nem nada sempre inclui este jogo nos relançamentos do Master. É um ótimo joguinho pra matar o tempo. E recomendo fortemente Y's e Miracle Warriors, são ótimos jogos!

    @Andre Nunes
    No começo eu penei para aprender a jogar Phantasy Star, mas depois que eu peguei a manha dos RPGs foi só alegria! PS é um dos meus jogos prediletos!

    @Felipe
    Caramba, tu é sortudo hein? Quem dera eu tivesse PS ou Ultima completos! E realmente, quando eramos crianças era difícil curtir RPGs, mas na minha adolescência foi o gênero que mais joguei. E Phantasy Star é um dos melhores, se não for o melhor!

    @MarCel'
    Hahahaha que sacanagem com Heroes of the Lance! Mas realmente o jogo é bem fraquinho mesmo.

    @gamercaduco
    Cara eu recomendo fortemente Y's, parece bobinho mas é um jogão! Eu não dava nada por este jogo mas depois acabei me tornando um fã da franquia. E Ultima é difícil pacas, mas os WRPGs tem um charme único, vale muito a pena jogar este game.

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  12. Devo estar numa seleta lista de pessoas que zeraram Miracle Warriors. Não chega ser difícil, mas porque ele é desconhecido e quando o pessoal pega não se interessa (pecado). Para mim é o segundo melhor RPG de Master System.

    Só para não deixar passar em branco, rege a lenda que Rieko Kodama participou da produção de jogo.

    Agora o mais impressionante é como ninguém aqui reclamou dos monstros infinitos no Dragon Crystal. Pelo amor de Deus galera, ninguém nunca se deparou com o momento pior momento mais emocionante do jogo?

    Abraços Adinan.

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    1. Haha, a turma aqui falando de Miracle Warriors (por sinal, versão da música lindíssima do overworld planejada na minha listinha, aguardem no Cosmic Effect :-) lembrei que subi um vídeo da minha noiva terminando Miracle Warriors no netbook dela, com joystick e tudo, rs... taí pra quem quiser relembrar o final de Miracle Warriors: http://www.youtube.com/watch?v=e1p-BEKe1w4 ;-)

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    2. Acho que vocè é o primeiro a dizer que zerou esse jogo. Quero zerar ele também, curti muito o jeitão W-RPG dele. E se não me engano tem um post no Gagá Games que fala sobre as semelhanças entre Miracle Warriors e Phantasy Star, dando a entender que boa parte da equipe de PS trabalhou em Miracle Warriors antes.

      Quanto aos monstros infinitos de Dragon Crystal, acho que eu ainda não cheguei lá. Deve ser tenso mesmo, fiquei bem curioso pra conferir isso. Outro que preciso zerar também.

      Abraços

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  13. Meu interesse por Phantasy Star surgiu exatamente porque era RPGista, e muitas coisas do mundo de Argol me inspirou a escrever o mundo de Mnesis de meu livro "O Devaneio de Rute".

    Alis foi a inspiração visual para eu criar uma personagem a cantora Beth Yashar da minha estória.

    Encomendei 3 RPG's de Master:
    1)Phantasy porque me sinto na obrigação de terminar o jogo.
    2) Li a resenha sobre Heroes of The Lance e fiquei triste. Encomendei porque amo AD&D, mas parece que será um pouco chato joga-lo...
    3) Ultima IV será meu desafio esse ano! Desejem-me sorte!

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